terça-feira, 30 de janeiro de 2018

03/2018



Título: Lua de Joana
Autor: Maria Teresa Maia Gonzalez

Pontuação: 5*

"É a história de Joana que perdeu recentemente a sua melhor amiga, Marta, devido a uma overdose. O livro pode ser considerado uma espécie de diário (apesar de não o ser) em que Joana escreve cartas para a sua amiga que já morreu. Conta-lhe todos os acontecimentos do seu dia a dia. No meio do quarto de Joana há uma lua suspensa do teto por uma corrente, um baloiço imaginado.
A mãe era dona de um pronto a vestir, mais preocupada com o irmão de Joana, cuja relação era um tanto ou quanto crítica, e esquecia-se frequentemente de Joana. Esta tratava o irmão por Pré-histórico devido à roupa e visual que usava e pela decoração do quarto, que estava sempre num caos.
Joana e um rapaz da sua turma decidem fazer uma peça de teatro que intitulam como “Amigos da Onça”. O irmão de Marta começa a dar-se com más influências. Marta tinha um irmão chamado Diogo que não consegue superar a sua morte e acaba por cair no mundo das drogas, Joana tenta ajudá-lo, mas também ela cai na tentação e começa a consumir. Para comprar mais droga, Joana decide vender o seu conjunto de relógios que o pai lhe ofereceu. Diogo consegue resistir e sair desse mundo, indo viver com o seu pai. No entanto, Joana acaba por não conseguir o que leva à sua morte.
Pouco tempo depois, Joana perdoa a melhor amiga, pois entende que nunca podemos dizer "desta agua não beberei". A história acaba com o pai de Joana a ler os seus relatos, e sente-se frustrado e impotente pelo facto de não ajudar a sua filha quando mais precisou." retirado de Wikipédia

"Ao lermos a Lua de Joana, não podemos deixar de pensar na forma como, muitas vezes, relegamos para segundo plano aquilo que realmente é importante na vida. Porque este livro alerta-nos para a importância de estarmos atentos a nós e ao outro, e de sermos capazes de, em conjunto, percorrer um caminho que conduza a uma vida plena…" retirado de wook.pt


Para mim...
Este livro pertence à minha biblioteca desde a adolescência tendo-me sido oferecido pelo meu pai.
Já não o lia à anos e agora que a minha Joana o leu resolvi reler para a ajudar a fazer o resumo da história e impressionante que mesmo estes anos depois identifique tanto a história com muito do que sentimos a nossa vida toda: sozinhos, que ninguém nos entende, que tomamos conta dos outros e ninguém toma conta de nós... eu já fui e sou esta Joana do livro.


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