segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Fim de 2015

2015 foi um ano que me ensinou muita coisa a todos os níveis.
Estou proibida de dizer que foi um ano mau, por isso emprego o termo de "desafiante"!
2015 foi um ano super desafiante para mim.

Aprendi que o amor vem da nossa capacidade de perdoar;
A raiva faz parte de nós e só nós temos poder sobre ela;
As palavras depois de ditas nunca mais poderão ser retiradas;
Amor declarado é para sempre amor;
Dar tudo não é amor;
Saúde é a nossa maior dádiva;
A família afinal não é tudo;
Saber dar sem querer em nada em troca por vezes é muito difícil;
As ações são em vida e não chorar depois da morte;
Dizer o que sentimos a todo o momento traz problemas;
Procurar ajuda sempre que sentimos que precisamos de ser ajudados;
Chorar limpa a alma;
Agradecer mais vezes cada dia que acordamos para o mundo;
Basta uma pessoa para estragar tudo;
Saber escolher o momento e as pessoas a quem nos queremos impor;
Aprender a perdoar todos os dias;
Orgulhar-me mais do que sou;
Amar mais, perdoar mais, calar mais; dar mais, viver mais...


Mas ainda que..
Enviar correio para a Guatemala é o mesmo que o mandar para Marte;
Prometer 2 chapadões a um chefe não é boa política;
Ou até dizer que "não me pagam para ser tão pró-ativa";
Esconder papéis ao chefe por pura malvadez paga-se em vida;
Despejar o quarto da criança para um saco do lixo só porque a avisei 200 vezes traz despesa;
Andar a fazer rally de carro na lama não é coisa que se consiga esconder sem o lavar;
A roupa interior faz parte necessária da indumentária;
Assistir a aulas de hidroginástica repetidamente traz má reputação;
Ir a dançar pelas ruas da cidade a ouvir música traz má reputação;
Rir-se quando a criança se espalha traz má reputação;
Obrigar o marido a saltar de avião traz despesa acrescida;
As tatuagens não são para mostrar descaradamente;
Mandar as pessoa para a p*** que as deu à luz alivia;
O cabelo tem personalidade própria a não contrariar;
Comer peixe faz mal aos dentes;
Acupuntura é fixe quando se leva as filhas;
Vomitar no lava louça não é fixe;
Nunca deixar uma máquina fotográfica à guardar de uma criança;
Desamigar pessoas e dizer sempre que foi culpa do programa;
Comer com uma régua porque nos esquecemos dos talheres;
Chamar vampiro à enfermeira nem sempre é de bom tom;
Dançar no hospital traz má reputação;
Dizer que adotei todos os que vivem comigo traz má reputação...


Que 2016 me trago o que ainda não consegui alcançar em 2015 e me dê o discernimento de regrar o que desplotei durante este ano.
A minha busca de mim continua por mais um ano.
São mais 366 dias de descoberta e aventura como nos votos de um casamento: na saúde e na doença, na pobreza e na riqueza.

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