quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Maldição Natalícia

Acho que este é um drama que nem preciso de me alongar em explicações uma vez que já faz parte da minha vida há mais de 8 anos (ou desde que vivo com o gajo... espera aí! Ás tantas a maldição esteja nele e ele trouxe-a cá para casa).
Adiante, que não possuo condições físicas para me divorciar agora.

Ranking Natal 2015

Gabriela - 0 / Maldição - 1

Ainda não acabou Novembro e já levo com uma arca congeladora nova.
Que continuem os jogos e ganhe o melhor...

terça-feira, 24 de novembro de 2015

Árdua tarefa

Elas pediram cachecóis e gorros e eu não sei por onde começar.
Antes vivia cheia de ideias, revistas e mil e um arquivos e agora não sou capaz de achar um único exemplar que me faça começar.
Será que perdi qualidades ou tenho receio da análise de qualidade da nova clientela?
Life sucks!

sábado, 21 de novembro de 2015

Estou rodeada de pessoas


Com problemas mentais graves, isso preocupa-me.
Nunca lidei muito bem com a concorrência.

Concorrência...

sexta-feira, 20 de novembro de 2015

"As 50 Sombras de Grey contadas às crianças"

À luz da versão de os Lusíadas deveria ser aplicada a mesma métrica às 50 Sombras de Grey de modo que houvessem menos crianças curiosas pelo que não lhe querem contar.
Algo tipo...

"Era uma vez um rapaz e rapariga que descobriram que gostavam muito um do outro.
Mas o rapaz era meio passado dos cornos e gostava de dar umas boas palmadas na rapariga.
Ela não gostava porque ele tinha mesmo muita força, então acabou o namoro e partiu para outra.
Ele ficou deprimido e passou a ir mais vezes ao psicólogo que lhe disse que ele estava mesmo muito lixado da cabeça.
The end!"

Um resumo simples, acessível e contado aqui em casa porque eu gosto de raparigas bem informadas.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

O fim...


Porque tudo tem um começo e um fim e os atuais governos centram-se em demasia na economia e nos números esquecendo o que realmente importa: as pessoas, a natureza e os animais.

Lema este de um partido bem português que tem dado que falar: PAN.

Eu votei!

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Bolachas de aveia e pepitas de chocolate



Quem fez de certeza que reconhece, as prendinhas de Natal do ano passado, agora na versão "feitas".
Cá em casa todos ficaram fãs e volta e meia fazemos uns bons tabuleiros para atestar a despensa.

Muito simples, não muito doces e saudáveis.

250gr farinha com fermento;
150gr flocos de aveia;
100gr pepitas chocolate;
75gr açucar amarelo;
75gr açucar branco;
110gr manteiga amolecida;
1 ovo

Preparação: Misturar todos os ingredientes e amassar à mão muito bem, formar pequenas bolas e espalmar ligeiramente.
Dispor num tabuleiro forrado com papel vegetal e levar ao forno 10 minutos a 180º.
Et voilá!

terça-feira, 17 de novembro de 2015

"Tem alturas que sou eu que preciso de um psicólogo"

Ao ver esta reportagem da Sic Noticias, que por mera coincidência apareceu numa pesquisa, um turbilhão de sentimentos afloraram e pela primeira vez ganho coragem para falar de tudo o que há por detrás dos processos de adoção que não são dados a conhecer a quem neles entra de corpo e alma.
Agora que tudo para mim já passou, 1 ano e meio depois delas terem vindo viver cá para casa, é sem qualquer medo de represálias por parte do sistema que posso falar dos processos fabricados que são apresentados aos adotantes escondendo os reais problemas das crianças, o desapropriado período de conhecimento e interação entre as partes, a extrema falta de profissionalismo/conhecimentos e inclusive tacto das assistentes sociais, os apregoados apoios pelo sistema que não existem, a burocracia, o centralismo na criança excluindo de todo os adotantes, a falta de visão que cada criança é um caso e cada adotante é um ser individual e próprio, não falando dos relatórios finais completamente desfasados da realidade em que é exaltado o esplendoroso trabalho dos serviços sociais na integração da criança chegando mesmo a serem falsos...
Mas todo este processo cansa, satura, retira energia e vontade, que só desejamos que chegue ao fim e, casos como nós, deixamos de fazer frente ao sistema.

O lema prende-se muito com: "Tomem lá as crianças e desenrasquem-se!", pelo menos este foi o nosso caso.
Nunca nos foi dado qualquer tipo de apoio, quer de um conselho ou de outro nível, pelo contrário fomos constantemente julgados por todas e qualquer atitudes que tivéssemos. 
O sistema está habituado que pais adotantes se calem por medo! Medo de represálias, medo que lhes tirem as crianças que eles tanto desejaram e apesar de todas as contrariedades que encontram calam, vivendo em sofrimento o resto da vida.
Nós não fomos de calar, nós gritámos, discutimos, pusemos em causa, acusámos e se houvesse porventura um questionário de satisfação sobre o apoio/serviço o mesmo seria negativo.
Agora que tudo passou deparamos-nos com os problemas que nos foram escondidos, aqueles com que teremos de viver como parte da nossa vida para o resto da nossa vida, como assim o decidimos.

Quem está dentro do sistema conhece mais casos como o nosso, aqueles que nunca falam nas noticias, casos que correram mal, casos de adotantes que pediram apoio e foi recusado, casos de adotantes que foram rebaixados como ser humanos justificando-se o sistema que é  "obrigação adotar".

Em parte alguma do processo me souberam dizer: "Parabéns pela vossa coragem, têm todo o nosso apoio!"

Apesar de tudo o que correu mal, e de tudo o que ainda está para vir e para a qual teremos que ter muita força para ultrapassar, eu adotava de novo. Sem qualquer dúvida ou hesitação.
Porque agora já não estou cega e conheço o sistema quase tão bem quanto ele.

Mas a mágoa deste ano e meio ficou-me marcada como uma tatuagem que nunca sairá da minha pele e o assalto à minha pessoa e à minha casa tiraram parte de mim.
Porque virem estranhos à nossa casa, virarem as gavetas das miúdas e perguntarem quem deu a roupa assemelha-se muito a uma violação...




domingo, 15 de novembro de 2015

Louvar ao domingo - 46.º

Hoje eu sou grata pela bênção de acordar todos os dias de manhã e respirar.
Por mais mau que seja o meu dia ou a minha noite, estou grata pela oportunidade de poder provar que sou capaz e sou melhor por mais um dia da minha vida.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Feeling sick

Umas horas no hospital, uns bons frascos de sangue a menos e parece que trouxe alguma virose do menu de lá.
Dois dias que andei literalmente a arrastar-me!

Perguntaram-me que novos exames tinha ido fazer... sem tabus respondi: exames que vão desde tudo até cancro.

É simplesmente a vida e viver.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

8 razões para ler (livros a sério)

Um artigo que adorei e guardei publicado no SOL sobre o crescente desuso dos livros dando espaço somente aos telemóveis, e-books, chats e em muitos casos ficando-se pelos comentários nas redes sociais. E levanta-se a seguinte questão: há quando tempo não lê um livro a sério? 
A Time elaborou uma lista de 8 razões para se voltar a optar pelo velho e tradicional livro.

"As pessoas que lêem são mais inteligentes: Dr. Seuss escreveu “Quanto mais leres, mais coisas saberás. Quanto mais aprenderes, a mais sítios irás”. Sabia que um livro infantil expõe a criança a mais palavras do que um programa de televisão? É esta a conclusão de um estudo da Universidade de Berkeley, EUA. Estar exposto a novos vocábulos não só faz com que aprendam a ler melhor, mas também permite alcançar resultados mais altos em testes de inteligência.  Para além disso, é essencial que opte por um livro e não um ecrã – ler num dispositivo faz com que fiquemos entre 20 a 30% mais lento, lê-se num estudo da Universidade do Texas.
Ler faz bem ao cérebro: Tal como fazer jogging ajuda a melhorar o sistema cardiovascular, ler regularmente ajuda a melhorar a memória, explica um estudo publicado na Neurology. 
Tornamo-nos mais empáticos: Uma boa leitura pode fazer com que seja mais fácil aproximarmo-nos de outros. Alguns livros, principalmente os de ficção, ajudam-nos a ‘ler’ as emoções daqueles que nos rodeiam com uma maior facilidade, explica uma investigação publicada no site Science.
Folhear ajuda a concentrar: Por incrível que pareça, mudar de página ajuda-nos a contextualizar melhor aquilo que estamos a ler, o que pode proporcionar um melhor entendimento e uma maior compreensão da obra que lemos, explica um texto publicado na Wired.
Pode ajuda a prevenir a Doença de Alzheimer: Quem lê, joga xadrez e faz puzzles tem uma menor probabilidade de vir a desenvolver Alzheimer quando comparando com aqueles que não praticam actividades tão estimulantes, explica um estudo publicado no site da Proceedings of the National Academy of Sciences.
Ajuda a relaxar: Um estudo realizado na Universidade de Sussex mostra que ler ajuda a reduzir o stress em 68%. “Não importa que livro lê. Ao ‘perder-se’ num bom enredo, consegue esquecer as preocupações do dia-a-dia e passa algum tempo a explorar o imaginário do autor da obra” explicou o neuropsiquiatra David Lewis ao jornal Telegraph.
Ajuda a adormecer: Se fizer da leitura nocturna um hábito, o seu corpo perceber que, depois de ler algumas páginas, está na altura de ‘desligar’, explica uma investigação da Mayo Clinic. Ler um livro faz mais pelo seu sono do que um computador ou um tablet – a luz emitida pelos ecrãs faz com que esteja acordado durante mais tempo.
Ler é ‘contagiante’: A maioria dos pais gostava que os filhos lessem mais, mas a verdade é que não fazem muito para que isso aconteça – a maioria deixa de lhes ler histórias quando eles aprendem a ler. Um novo estudo  divulgado pela editora Scholastic mostra que ler em voz alta para as crianças  durante a primária ajuda-as a tornarem-se verdadeiros amantes de literatura. Ou seja, não deixe de lhes ler histórias à noite. Esse hábito só lhes vai fazer bem no futuro." por Joana Alves em SOL


domingo, 8 de novembro de 2015

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

[[ Zona de segurança ]]

Em conversa com uma amiga de longa data concluímos que perdemos a nossa zona de segurança há imensos anos.
Enquanto muitos que nos rodeiam giram em torno do que os faz sentir seguros nós somos obrigadas a partir ao desconhecido em todos os campos da nossa vida: familiar, sentimental, trabalho e até psicológica.
Concluímos que a nossa zona de segurança é em todo o lado porque assim somos obrigadas.

Adaptar é a nossa palavra de ordem.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

Shiiuuu

Um gato roeu-me o fio do rato do pc e no mesmo dia entornei chá de raiz de valeriana em cima do mesmo pc.
Será uma mensagem do além?

terça-feira, 3 de novembro de 2015

E todos vendidos na festa

Cozinhar ainda continua a ser das poucas coisas que continuou a fazer em que invento e concentro as mãos!
Embrenhada agora sempre em 1001 atividades que em grande parte envolvem crianças lá vou cedendo aos pedidos delas para participarem em mais alguma coisa.
Falei aqui da festa da Padroeira da cidade em que elas participaram e aqui fica o registo da minha humilde oferenda.




Frasquinhos de doce de pêra com baunilha e chocolate, o melhor que fiz até hoje.
E só regressou a cesta que agora serve para arrumação no quarto da Joana.

domingo, 1 de novembro de 2015

Louvar ao domingo - 44.º


As minhas "happy hours" semanais a assistir às aulas de hidroginástica, venho de lá com um aspecto muito mais saudável.