sábado, 29 de agosto de 2015

Enganos laborais

"Ai que engraçado, trabalha na Otis e veste-se toda de azul, até o relógio.
É a vossa farda?
Tem uma costureira privada de certeza!"

Quer dizer, nunca tal barbaridade me teria passado pela cabeça e a falta de cultura geral do indivíduo em questão chocou-me.
Vou eu toda "twilight addicted", até nas pulseiras e perguntam-me se é farda do trabalho!


Juro que me jogo de um avião um dia destes...

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

18/2015



Nome: Quatro - Histórias da série Divergente
Autora: Veronica Roth
Pontuação: 5*


"Dois anos antes de Beatrice Prior ter feito a sua escolha, o filho de 16 anos do líder dos Abnegados fez o mesmo. A transferência de Tobias para os Intrépidos é a última oportunidade para um recomeço. Na nova fação não será conhecido pelo nome que os pais lhe deram, pois não permitirá que o medo o reduza a uma criatura indefesa.

Agora conhecido como "Quatro", Tobias depressa descobre que os Intrépidos foram a opção certa. No entanto, a Iniciação é apenas o começo, pois Quatro terá de conquistar o seu lugar na hierarquia da nova fação. As suas decisões afetarão futuros Iniciados, além de deixarem a descoberto segredos que poderão ameaçar o seu próprio futuro - e o futuro de todo o sistema de fações.

Dois anos depois, Quatro quer intervir, mas hesita no caminho a seguir. A primeira pessoa a saltar para a rede pode mudar tudo. Com ela, a solução para mudar o mundo pode tornar-se mais clara. Com ela, ser simplesmente Tobias volta a ser uma possibilidade.

Para os fãs da saga Divergente, pela autora bestseller do New York Times Veronica Roth, surge Quatro, um volume complementar que inclui quatro novas histórias anteriores à narrativa principal e três cenas exclusivas de Divergente - todas contadas do ponto de vista de Tobias Eaton." em wook.pt


Para mim...

Depois de uma pausa, mais que necessária, peguei nesta edição extra da série Divergente.
Toda contada do ponto de vista de Tobias desde os primórdios da sua conturbada infância junto do seu pai, abandono da mãe, fuga para outra fação, luta para se encaixar nessa fação e tudo muda quando Tris é a primeira a saltar para a rede.
Aí, finalmente, ele põe a hipótese de deixar de ser simplesmente Quatro e voltar a ser o Tobias.
Um extra à história que supera em muito o último livro da saga, pela tenacidade, paixão, desespero de um vida melhor e acima de tudo por mostrar o lado mais romântico do que foi realmente conhecer Tris.


quarta-feira, 26 de agosto de 2015

"Chamam-no, assustam-no, dão-lhe palmadas na cabeça, espetam-lhe ferros frios no lombo"



A TVE PARA MIM ACABOU
A minha família nāo desgostava de touradas. Não que se babassem por ir ver o Tito Capristano à Moita ou o Nelo Cagarras a Santarém, mas lá em casa, se passava uma Corrida, a malta ficava a ver. Nas férias andaluzes, chegados ao apartamento com sal mediterrânico, o meu Pai punha na TVE e até ao jantar sorvíamos a cantilena espanhola dos comentadores especialistas e 8 ou 10 toiros de morte.
Não éramos aficionados mas gostávamos de ver. Do espectáculo. Da arte do matador. Da faena. Da orquestra. Do tribalismo. Só não podíamos ver os cavaleiros. Gajos de jaqueta brilhante montados num cavalo a espetar farpas que se transformavam em bandeirinhas que acenavam ao público. Degradante. O cavaleiro é o cobarde da tourada, é o puto que insulta e depois foge. Tínhamos, eu e o meu Pai, um sonho: unir a Ibéria numa só tourada: matadores espanhóis, forcados portugueses. Os cavaleiros passariam a alisar a areia, a limpar os estábulos e a dar água aos toiros.
Olho a televisão com o canal público a dar tourada. Aquelas mesmas caras de sempre de olhar bovino. Caras de gente laranja, de bigodes falsamente aristocráticos, as famílias da "tradição", os betos e os que querem passar por betos, as calças caqui, os penteados, as patilhas, uma portugalidade meio bizarra que parece advir de promíscuas relações entre primos e irmãos. Esta gente que ali está atrás das tábuas funde-se com as vacas em noites de Inverno: por isso aquele bovino olhar, a mansidão das carecas reluzentes, a lhaneza.
Pai, eu já não posso continuar a ver isto. Não é fácil questionarmos as coisas que enquanto crescemos eram naturais. Mais difícil quando as víamos junto aos que amamos. O meu Pai gostava de ver e eu via e também gostava porque gostava dele. Vamos continuar a ir aos nossos sítios a que íamos sempre juntos. Vamos a Moledo, a Ceuta, a Sevilha, a Mijas, ao Forte de Peniche, às Caldas do Luiz Pacheco, a Vilarelho ouvir o Maestro Coca-Cola Killer ensinar Bach às gentes do campo, vamos continuar a ir ao Estádio da Luz e a abraçarmo-nos dentro dos golos do Benfica, mas, Pai, a TVE para mim acabou.
Há qualquer coisa de profundamente degradante nas touradas. Não é só o sofrimento do animal, é o espanto com que ele observa os animais da bancada. A incredulidade de estar perante a maldade do mundo. O toiro leva nos olhos uma tristeza de estar assistindo à vileza do humano. Porte imponente, músculos fortes, cornos pontiagudos, nobreza de carácter, mas os olhos. É nos olhos do toiro que nós vemos a sua ingenuidade. Uma criança perdida no meio da multidão.
O animal sorve a vida de forma natural. Passa anos a comer ervinhas, a ver pores-do-sol, a esfocinhar amorosamente com outros animais. Vive a vida em liberdade, em campos abertos de luz, por onde pode correr, parar, dormitar, ficar só a ver. Ficar só a viver. Recebe arco-íris com uma chuvinha que lhe molha a língua e as dentolas, afasta borboletas e mosquitos com um espirro, ressona e acorda os pássaros da árvore onde está encostado. O animal não reflecte sobre o mundo, mas vive-o. Sobretudo, sente-o. Os elementos da natureza são-lhe prazenteiros. É-lhe natural ir beberricar aquela água, comer este molhe de ervas, cagar ou mijar onde lhe apetecer. O céu é-lhe natural, as nuvens e o Sol, os caminhos de terra, as plantas, os passarinhos. Aquela brisa que vem em Agosto com cheiro a cereais. Ele levanta a cabeça, fecha os olhos e sente-a. Não pensa sobre ela, mas sabe-a.
De repente, uma arena! Um cubículo de areia com milhares de pessoas e vozes e urros! De repente, o horror. Chamam-no, assustam-no, dão-lhe palmadas na cabeça, espetam-lhe ferros frios no lombo. Encosta-se às tábuas, sente a madeira, procura um caminho para voltar para o campo. Está cercado. Cornetas, luzes, gritos. Rios de sangue escorrem-lhe pelo corpo. O peso das bandarilhas coloridas enquanto corre. Não entende aquilo, não sabe o porquê. Cansado, ofegante, em pânico, investe contra o carrossel de homens e cavalos que o rodeiam.
Baixa a cabeça, com as patas tenta furar o chão como se pudesse abrir um alçapão que o fizesse cair da arena para um prado onde corresse e lambuzasse as bochechas de outro toiro. Um campo aberto a céu aberto. Sem cornetas, sem pessoas, sem gritos, sem bandarilhas coloridas, sem bigodes quase aristocráticos, sem ferros frios no lombo, sem rios de sangue pelo corpo, sem maldade. O último sonho do toiro antes de morrer." por Ricardo Silveirinha

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Séries do momento

Depois de um período dedicado só e exclusivamente à leitura a necessidade imperou de ter que seguir algo e assim nasceu mais uma rotina

Dark Matter

(sim, é o Diogo Morgado... as coisas que eu descubro nos meus estudos cinematográficos)

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Sem pudores

2015 está a ser um ano singular.
Experiências novas têm sido uma constante, tanto a nível laboral, familiar, sentimental e a minha lista de "coisas a fazer antes de morrer" tem vindo a diminuir por um lado e a aumentar drasticamente por outro.
Cada dia que passa, e a idade avança, concluo que ainda há tanta coisa quero fazer.
Hoje orgulhosamente superei-me tanto física como espiritualmente.

Fui trabalhar o dia todo, num saltinho fui fazer uma colonoscopia sem anestesia (inclusive recusei-me a tomar parte da medicação para as dores), fui sem acompanhante e ainda vim a conduzir para casa e fiz as minhas lides domésticas normais.

Daqui a 3 semanas vai ser a endoscopia e posso atestar que tenho a minha biopsia em vida semi-feita. 

O aspeto negativo de tudo isto é que ainda não descobriram o busílis da minha situação clínica.
Mas uma colonoscopia é sempre uma coisa agradável de se fazer quando os médicos não sabem o que andam à procura.

É uma coisa do tipo: "Olha mal não te vai fazer!"

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Candy :)





Mais uma encomenda pronta!
Uma almofada estilo rebuçado muito rosa e com muito amor. Ainda na onda dos corações.

Aproximadamente 70cm de largura e molde desenhado por mim com aplicação da minha querida e amada matemática. Afinal quase tudo o que faço mete matemática, e física e um pouco de astronomia.
Ser louca é astronomia.


quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Casar ou morar juntos?

"Casar e morar juntos são duas coisas completamente diferentes. Não tem nada a ver com o teu status no cartório. Tem a ver com entrega.

Tu podes casar com todas as honras. Dar uma festa linda. Gastar as massas na Lua de Mel. Mudares-te com o teu marido ou esposa para um apartamento lindo, pronto, decorado, cheio de almofadas em cima da cama. Vocês podem ter-se casado - mas vão demorar muito para saber o que é morar juntos. Acho que existem casais que se casam com pompas, e talvez nunca tenham realmente morado juntos.

Morar juntos é saber dividir. Saber cobrar, Saber ceder. Saber doar.

Morar juntos é dividir as contas e as almas.

Morar juntos é ter uma pilha de loiça para lavar, depois de um dia terrível de 10 horas de trabalho. E o outro cantar contigo num karaoke com o detergente, o trabalho se torne divertido.

Morar juntos é tomar banho juntos. Transformar o chuveiro numa cascata (e a casa de banho num charco).

Morar juntos é ouvir onde dói no outro. Do que ele sente medo. Onde ele é criança. O que o deixa frágil.

Morar juntos é poder chorar sem parar. E ser ouvido. E cuidado. Mas também rir. E achar graça em alguma coisa, quando o outro está para baixo.

Morar juntos é fazer contabilidade de frustrações, e saber quando não colocar na conta do outro.

Morar juntos é demorar para levantar.

Morar juntos não precisa de uma casa, e sim de um espaço.

Quem mora junto geralmente é solidário. Casar não. Qualquer um casa. Para casar basta a assinatura e o champanhe. Casar leva umas horas. Morar juntos leva tempo. O tempo todo.

Quanto moramos juntos vemos o cabelo crescer e ela cortar uma franja.

Quando moramos juntos viramos adultos aos pouquinhos, dando um adeus doído ao adolescente que éramos.

Quando moramos juntos mudamos juntos. E o outro vira um outro diferente com os anos. E nós vamos aprendendo a amar aquela nova pessoa, todos os dias."

Texto de Roberta Nader


segunda-feira, 17 de agosto de 2015

17/2015





Nome: Morte e vida de Charlie St. Cloud (em Portugal "O espírito do Amor")
Autora: Ben Sherwood
Pontuação: 5*

 "Espírito do Amor é o segundo romance de Ben Sherwood e conta a história de Charlie, um rapaz que aos 15 anos se depara com a morte do seu irmão mais novo, Sam. A amizade entre os dois irmãos é tanta e a dor da perda é tão grande que Charlie promete nunca abandonar o irmão e durante treze anos vivem numa espécie de limbo, onde ambos são felizes sem viverem plenamente. É então que o nosso protagonista conhece Tess, uma jovem navegadora por quem se apaixona e que o faz ver que existe muito mais para viver. Irá Charlie cumprir a promessa feita a Sam ou irá em busca do mundo desconhecido na companhia de Tess? Um romance apaixonante que avivará os sentimentos mais profundos do leitor." em wook.pt


Para mim...
Uma leitura desencantada do que chamo "arquivo morto", perdido num livro condensado da Selecções Reader's Digest.
Após ler uma grande parte fiquei tão fascinada na história que arranjei o filme, superou ainda mais o livro.
Um romance que transcende a vida, a morte e o nosso sentimento de que estamos a cumprir os derradeiros desígnios da vida. Charlie voltou à vida para salvar o amor da vida dele.




Título: Sempre que te vejo
Ano: 2010
Género: drama / fantasia / romance
Duração: 99 min.
Realização: 
Burr Steers
Intérpretes: Zac EfronKim BasingerCharlie Tahan
Ratings: 6.4/10

"Charlie St. Cloud é adorado pela sua mãe Claire e pelo seu irmão mais novo, Sam, tendo uma bolsa de estudo que o irá levar para longe da sua calma terra, no nordeste do Pacífico. Mas o seu futuro brilhante passa a ser apenas uma miragem quando uma tragédia cai sobre ele e lhe destrói todos os seus sonhos. Depois do inesperado regresso da sua colega do secundário, Tess, Charlie passa a crescer dividido entre o cumprir de uma promessa que fez quatro anos antes e seguir em frente com o seu novo amor. E à medida que encontra coragem para ultrapassar de vez o seu passado, Charlie descobre que a sua alma é aquela que mais merece ser salva." em SAPO Mag

Para mim... (5 estrelas)

domingo, 16 de agosto de 2015

Louvar ao domingo - 33.º


Amizade! Festas de Amor / 2015

A minha primeira corrida na lama (minha e da família toda cá de casa, foi lama dos pés à cabeça... ainda ando a tirar lama das orelhas).

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Little demons

Cada dia que passo convenço-me que estou a dar asas a um pequeno demónio..

Entra no quarto da irmã e é escorraçada, única observação dela:
- "Credo! É sensível a moça!"



quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Saudades

8 dias depois elas voltaram a casa.
Voltou o barulho, as vozinhas esganiçadas, as lágrimas de crocodilo... mas vieram também o "ó mãe tinha saudades tuas!", um montão de histórias novas para ouvir, os risinhos, o spotify a fundo com as músicas do momento.
Voltaram os abraços e os beijos.

1 ano e 2 meses depois sinto-me mãe.

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Filmografia

De uma semana que me deu uma necessidade irresistível de me afundar no sofá...




Título: Mínimos
Ano: 2015
Género: Animação / comédia / família
Duração: 91 min.
Realização: 
Kyle BaldaPierre Coffin
Intérpretes: Sandra BullockJon HammMichael Keaton
Ratings: 6.7/10

"A história dos Mínimos começa nos primórdios dos tempos. A partir de organismos unicelulares amarelos, os Mínimos desenvolveram-se ao longo das eras, servindo sempre o mais maldisposto dos mestres. Sendo incapazes de manter os mestres – de T-Rex a Napoleão, os Mínimos encontram-se sem ninguém a quem servir e entram em profunda depressão. Mas um Mínimo chamado Kevin tem um plano e, juntamente com o rebelde Stuart e o adorável Bob, aventuram-se pelo mundo à procura de um novo e malvado chefe para seguirem. O trio embarca numa emocionante viagem que os conduz até à nova potencial líder, Scarlet Overkill, a primeira super-vilã do mundo...!" em SAPO Mag


Para mim... (5 estrelas)

"ohhhh ello papagaina.. tu le beya con la papaya..."




Título: Velocidade Furiosa 7
Ano: 2015
Género: Ação / fição / suspense
Duração: 137 min.
Realização: 
James Wan
Intérpretes: Vin DieselPaul WalkerDwayne Johnson 
Ratings: 7.5/10

"Depois de derrotarem Owen Shaw e sua gangue, Dominic Toretto, Brian O'Conner, Letty Ortiz e restante equipa ponderam regressar aos Estados Unidos e recomeçar as suas vidas de forma legal, mas sobrepõe-se a isso a vontade do irmão mais velho de Owen de vingar a sua morte..." em SAPO Mag

Para mim... (2 estrelas)
Uma saga mais que gasta e desgasta.





Título:Um amor entre dois mundos
Ano: 2014
Género: Drama / Fantasia / Romance
Duração: 114 min.
Realização: 
Juan Solanas
Intérpretes:  Jim SturgessKirsten DunstTimothy Spall 
Ratings: 6.4/10

"Desde que Adam e Eden se apaixonam na adolescência que a sua relação enfrenta incertezas colossais. O casal é separado não apenas pela classe social e por um sistema político determinado em mantê-los afastados, mas também por uma insólita condição planetária: eles vivem em mundos geminados com gravidades que os puxam em direções opostas - Adam no pobre e desolado mundo de baixo, Eden no rico mundo de cima. Este inocente mas ilícito romance tem um fim trágico quando os agentes das fronteiras apanham o casal e Eden sofre uma queda aparentemente fatal. Mas quando Adam descobre, dez anos depois, que Eden está viva e trabalha numa grande empresa cuja sede une os dois mundos, ele planeia uma perigosa missão para se infiltrar na empresa e no mundo de cima e reencontrar o seu grande amor." em SAPO Mag

Para mim... (3 estrelas)
Uma história de amor que me fez rever a parte inicial para entender toda a teoria de física necessária para perceber o "porquê".
Romantismo ligeiro para um final de dia.


Título: Os sobreviventes
Ano: 2014
Género: Horror / Suspense
Duração: 88 min.
Realização: 
Casey La Scala
Intérpretes:  Johnny PacarShaun SiposBryan Dechart 
Ratings: 4.3/10

Um grupo de amigos reúnem-se num casamento, mas a celebração é abalada por terríveis acontecimentos apocalípticos forçando-os a examinar a vida , o amor e a fé como eles devem escolher entre redenção e sobrevivência.

Para mim... (2 estrelas)
Religião do início ao fim.
Um filme que me fez perder horas após ter visto o mesmo a pesquisar sobre o que se diz do "arrebatamento".


Título: Last Vegas - Despedida de Arromba
Ano: 2013
Género: Comédia
Duração: 105 min.
Realização: 
Jon Turteltaub
Intérpretes:  Robert De NiroMichael DouglasMorgan Freeman
Ratings: 6.7/10

"Um grupo de reformados são convidados por um dos amigos mais mulherengos a participar na sua festa de despedida de solteiro na cidade do pecado: Las Vegas!" em SAPO Mag

Para mim... (4 estrelas)
A ressaca mas com velhotes?
Muito bom para umas gargalhadas com excelentes atores que ainda têm muito para mostrar.
Recebeu prémios fantásticos como as melhores imagens de homens (just kidding) e a maior diferença de idade entre um casal.


Título: Big Hero 6 - Os novos heróis
Ano: 2014
Género: Animação / ação / aventura
Duração: 102 min.
Realização: 
Don HallChris Williams
Intérpretes:  Ryan PotterScott AdsitJamie Chung 
Ratings: 7.9/10

"Comédia de aventura repleta de ação sobre o prodígio da robótica Hiro Hamada, que aprende a tirar partido do seu génio - graças ao seu brilhante irmão Tadashi e aos seus amigos: a viciada em adrenalina Go Go Tamago, o obcecado pela organização Wasabi No-Ginger, a génio da química Honey Lemon e o fanboy Fred. Quando uma inesperada mudança de acontecimentos os catapulta para o centro de uma trama perigosa que se desenrola nas ruas de San Fransokyo, Hiro torna-se, para o seu companheiro mais próximo, um robot chamado Baymax e transforma o grupo em heróis de alta tecnologia, determinados a resolver o mistério." em SAPO Mag

Para mim... (5 estrelas)
Não foi por acaso que recebeu o Óscar do melhor filme de animação do ano.
Simplesmente excelente, cómico, educativo. Uma miscelânea de coisas boas tanto para adultos como crianças.
Já revisto umas 3 vezes.

sábado, 8 de agosto de 2015

Vagos Open Air 2015

E não é que deram um jeitinho!




O melhor da noite: Amorphis, Within Tempation, hidromel, o ambiente e pessoas fantásticas que deu para esquecer o frio gelado que se sentia em pleno Agosto.



quinta-feira, 6 de agosto de 2015

16/2015



Nome: Danças Malditas
Autora: Stephenie Meyer e outras
Pontuação: 5*

"O baile de finalistas, o acontecimento mais importante da vida de estudante do liceu, pode ser verdadeiramente assustador. Tudo tem de estar perfeito, pois é bem provável que nessa noite encontres o amor da tua vida, e terás de estar preparada para enfrentar todos os perigos que possam surgir, quer sejam um vampiro diabolicamente lindo de olhos azuis, ou o Anjo da Morte mais sedutor que alguma vez existiu e que te arrebata o coração, ou mesmo um demónio fascinante que te enfeitiça até te deixar completamente apaixonada, provando que até mesmo a mais malévola das criaturas pode sucumbir ao amor. Nesta surpreendente obra, cinco autoras extraordinárias trazem-nos um novo olhar sobre os bailes de finalistas, mostrando que o amor poderá estar onde menos se espera." em wook.pt


Para mim...
5 curtas histórias num só livro em que o tema se desenrola sempre à volta desse ponto fulcral da vida de tanto jovem: o baile de finalistas.
Desde zombies, anjos, demónios e vampiros (claro), histórias de amor e dramas de família, houve de tudo um pouco.
Das 5 a que me despertou mais o interesse e o riso foi "O buquê" de Lauren Myracle, que apresentou a maneira mais estonteante de gastar os 3 desejos dados por um boquet de flores mágico.

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Sobre o apego...

"Muitas pessoas possuem uma característica que pode ser prejudicial para sua saúde mental e emocional, que é o apego – seja por coisas, ideias, pessoas ou situações. 

Isso acontece porque o afeto, quando excessivo, nos mantém reféns da vida, fazendo com que o dia a dia se torne pesado e sem alegria. Sendo assim, o ideal seria sempre estarmos preparados para aceitar possíveis e súbitas transformações em nosso cotidiano, como uma mudança de emprego ou de casa, a troca de um carro, o término de um relacionamento e até mesmo a morte de pessoas queridas.

Sabemos que essas perdas podem gerar sofrimento, mas precisamos encontrar maneiras de encarar as decepções e continuar nossas vidas da melhor forma possível.

Embora pessoas mais sensíveis possuam mais dificuldades em se adaptar a esse tipo de situação – pois necessitam da atenção dos outros para realizarem suas tarefas – é preciso que esteja claro que a prática do desapego não vai torná-las frias e distantes, mas fornecerá condições para que sejam mais calmas e receptivas, podendo perceber as mudanças de modo mais compreensível.


APEGO EXCESSIVO AFETA SAÚDE FÍSICA E MENTAL
De acordo com o médico, físico e praticante de Meditação, Enio Burgos, autor do livro “Medicina Interior – A medicina do coração e da mente” (Ed. Bodigaya), a compreensão sobre o funcionamento da mente e a transformação dos sentimentos negativos em sabedoria são as formas mais efetivas de praticar o desapego. O autor indica que pensamentos e sofrimentos gerados pelo apego excessivo afetam a saúde do corpo. Assim, precisamos transformar as emoções perturbadoras básicas (apego, raiva, indiferença, orgulho e inveja) em sabedoria e plenitude de vida.
Descrevendo a relação mente-corpo, a teoria de Enio mostra que nossos pensamentos e sentimentos têm papel fundamental no desenvolvimento das doenças e dificuldades que enfrentamos ao longo da vida. Segundo o autor, as pessoas com perfil apegado tendem a ter muita dificuldade em adaptar-se a novas situações de vida, sentindo essas mudanças como uma grande perda e gerando emoções desequilibradas e prejudiciais ao corpo e mente. O especialista cita que alternativas benéficas para reverter esse quadro são a meditação e o autoconhecimento, através da espiritualidade.


RELACIONAMENTOS AMOROSOS E DESAPEGO
O grande mestre Osho, líder espiritual indiano, diz que nossa maior missão é deixar esse planeta mais amoroso. Mas aí surge uma dificuldade muito grande, que é perceber a diferença entre apego e amor. É bom lembrar que apesar dos dois sentimentos serem muito parecidos, o apego, no fundo, destrói o amor.
O apego causa todo tipo de sofrimento nas nossas vidas, pois trata-se de um falso amor e acaba se tornando uma limitação. Enquanto o amor é entrega, o apego é a possessividade. O amor deixa livre e o apego diz: “eu te possuo”. E é por apego que existem guerras, crimes, etc. No que se refere a relações afetivas, o amor é a prontidão para se mergulhar no outro.
De um modo geral, podemos dizer que as pessoas desapegadas são tranquilas, estão sempre em harmonia, pois conhecem a sua verdadeira essência e sabem que a possibilidade de perder alguma posse ou se distanciar de alguém não vai mudar a sua verdadeira natureza. As pessoas apegadas podem apresentar diversos sintomas como ansiedade, fobia, depressão, ou seja, ou têm medo de perder ou perderam e não souberam lidar bem com a perda.As pessoas apegadas podem apresentar diversos sintomas como ansiedade, fobia, depressão, ou seja, ou têm medo de perder ou perderam e não souberam lidar bem com a perda.
Devemos notar que ao dizermos: “esta é minha namorada” ou “este é meu namorado”, estamos falando algo comum. Entretanto, é importante lembrar que a outra pessoa não é posse sua, mas sim alguém que convive com você, compartilhando momentos e situações. Ou seja, ela tem vontades e desejos que são dela e liberdade para agir do jeito que considerar melhor.


FORMAS DE PRATICAR O DESAPEGO
Para praticar o desapego, é importante recorrer a alguns exercícios mentais. Nós precisamos ter controle de nossa mente. Afinal, ela é parte do nosso corpo e por isso não podemos permitir que seja dominada pelo negativo. A mudança acontece continuamente em nossas vidas e precisamos estar preparados para isso, com o intuito de sofrer menos.



DICAS:
– Permita-se vivenciar os seus sentimentos e pensamentos e aceite-os exatamente da forma como eles se expressam em você, sabendo que tem a capacidade para regulá-los.
– Não deixe de sentir determinados sentimentos que se manifestam no seu corpo, nem tente evitar que determinados pensamentos surjam em sua mente.
– Tenha claro que não somos os nossos sentimentos nem pensamentos, por isso eles devem ser filtrados pela nossa consciência para que não julguemos que somos tudo o que sentimos ou pensamos.
– Quando a nossa mente produz pensamentos que são angustiantes para nós, num primeiro momento devemos apenas observá-los. Não precisamos acrescentar mais nada a esses pensamentos ou julgá-los, somente deixá-los vir à tona e passar por nossa mente.
– Ao invés de todo o processo de raciocínio destrutivo, você apenas observará o seu pensamento, sem juízos, e dirá a si mesmo: “Ah, estou tendo um pensamento que me alerta que algo pode estar errado comigo. Eu não sou este pensamento. Eu não vou segui-lo. Focarei nas coisas que tenho que fazer hoje”.
– É importante permitir-se viver a sua experiência. Por exemplo, quando se sentir deprimido ou angustiado, tente perceber em que parte do seu corpo sente alterações físicas. É na zona da garganta? No peito? Na nuca? No estômago? Sinta e observe seu incômodo. Fique temporariamente com a sua dor, angústia ou ansiedade. Em seguida, aceite-a. Depois, oriente a sua atenção no sentido de aprender a lidar com os seus sentimentos e pensamentos, regulando-os, até que possam diminuir ou extinguir-se.

Ainda que todo este processo e explicação de aceitar e desapegar-se da sua dor emocional possa não resolver totalmente problemas como ansiedade, depressão e angústia, você perceberá que pode deixar de ficar sobrecarregado pelos seus sentimentos e pensamentos negativos.
Aprenderá a deixar de ficar negativamente condicionado pelo padrão mental nocivo que criou ao longo dos anos. Isso permite que você crie um espaço em volta dos seus pensamentos e sentimentos, vivenciando-os sem que afetem a sua vida.
Outro grande benefício é que você deixa de usar grande parte da sua energia contra si mesmo ou tentando resistir ao fluxo natural da vida. Com isso, conseguirá ligar-se mais facilmente às pessoas significativas da sua vida, evolver-se com o mundo ao seu redor e ser funcional a partir da sua experiência interior dolorosa, ao invés de ter de esperar até que se sinta melhor.
___
Eu que desenvolvi o maior desapego que poderia alguma vez imaginar.

domingo, 2 de agosto de 2015

Louvar ao domingo - 31.º


Poder superar-me um bocadinho mais todos os dias e ir riscando linhas da minha lista das coisas que gostava de fazer antes de morrer.

sábado, 1 de agosto de 2015

É por isto que eu o odeio...

Eu a tentar ultimar os pormenores e a precisar de umas informações...
Tem a mania que sabe tudo ele, é odioso!!!