segunda-feira, 31 de março de 2014

Fui enganada...

O nome científico para o exame médico MAPA não volta a enganar-me.
Se me tivessem dito logo que ao aparelho preso à cintura eu iria ter uma braçadeira que me iria medir a tensão arterial de 20 em 20 minutos após um sinal sonoro... durante 24h!
Eu tinha logo dito que não estava minimamente interessada.
Depois da maratona de tentar fazer o caminho trabalho/casa em 20 minutos e quase não conseguir estacionar no parque do supermercado... muita gente se deve ter questionado o que estava a fazer uma rapariga pálida que nem cal, parada que nem uma estátua em frente da secção dos corn-flakes.
Pena que não conseguissem ver que dada a posição o aparelho me estava a esmagar o braço por ser a 2'tentativa de registar a dita tensão arterial e eu não via corn-flakes mas sim luzes brancas e muito calor!

Resumo ao fim de meia dúzia de horas: braço dorido, mão inchada e a previsão de uma noite em branco.

Amanhã vou trabalhar de pijama...

domingo, 30 de março de 2014

[ :) ]



Quando ele não está o menu cá de casa é assim.
Panqueca de ervas aromáticas acompanhada de salada de tomate com queijo fresco e oregãos, a sobremesa dispensa apresentações.

sábado, 29 de março de 2014

Gabriela vai ao cardiologista

Impressão minha ou já existem livros com títulos muito parecidos? Vêm-me à memória uma Anita...

Apontamento principal sobre a consulta de cardiologia: o médico era um rapaz novo (ponto final)

Resumo de quase 1h de perguntas: tenho 3 tarefas.
    1. Realizar um registo dos valores da tensão arterial tal e qual o moço quer, nas horas que quer, nas posições que quer e desconfio que até a roupa que devo ter vestida tem que ser a que ele quer.
   2. Acabaram-se as idas à piscina para imitar os hipopótamos, agora é para nadar a sério durante 30 minutos, 2 vezes por semana, e acrescentar uma caminhada de 30 minutos em marcha rápida 1 vez por semana;
   3. Na próxima 2.ª feira vou voltar à clínica para ir fazer um MAPA (para quem não sabe, tal como eu não sabia) é aplicar aquele aparelho maravilhoso que vai andar comigo 24h para registar tudo o que se passa.



E ainda tem a lata de me perguntar se eu tenho stress na minha vida?
Tive tentada em responder com outra pergunta: se ele ia ou se queria que eu o manda-se!

quinta-feira, 27 de março de 2014

Hhuuummm...

As pessoas que trabalham nos elevadores são culpadas de para aí 99% das desgraças que acontecem.
Devia vir nos requisitos dos anúncios de contratação: se não é maluco vai ficar!
Santo Deus, há dias que só me ocorrem maus pensamentos... mas raramente os elevadores caem.

quarta-feira, 26 de março de 2014

2/2014




Nome: Onde crescem limas não nascem laranjas
Autora: Amanda Smyth
Pontuação: 3*

"A mãe de Celia morreu ao dá-la à luz: quando uma alma chega, outra tem de partir, como diz a tia Tassi. Criada nos trópicos de Tobago por uma tia que a adora e um tio que ela julga ser o diabo, o destino da menina ganha voz nas palavras ambíguas do adivinho: onde crescem limas, não nascem laranjas. 
Um cruel acontecimento, que vem provar a maldade do tio, faz com que Celia fuja para Trindade, em busca de uma vida nova e libertadora. 
Um romance lírico, escrito em harmonia com a riqueza da paisagem tropical e com o toque sobrenatural do imaginário da sua gente." (retirado de wook.pt)

terça-feira, 25 de março de 2014

Elas pagam-se todas em vida

Quase 1 ano depois de me terem aconselhado, hoje finalmente peguei no telefone e tratei da consulta de cardiologia... a dúvida é: que vou dizer ao homem?

Olhe tenho a tensão sempre nos píncaros, estou proibida de andar de bicicleta (o marido até me pregou a dita no tecto da garagem para eu não lhe chegar) e se fizer esforços desmaio.
ou
Não tinha mais nada que fazer e nunca tinha vindo a um cardiologista!

Acham que é motivo suficiente para justificar a minha ida lá?

segunda-feira, 24 de março de 2014

STOP



Já pararam para observar as centenas de pessoas com que nos cruzamos no dia-a-dia?
O quão fascinantes, medíocres, misteriosas, sensíveis, fantásticas, más,arrebatadoras... são?

domingo, 23 de março de 2014

1/2014





Nome: Os Instrumentos Mortais. Cidade dos Ossos
Autora: Cassandra Clare
Pontuação: 4*

«Caçadores de Sombras» é  o primeiro livro da trilogia "Os Instrumentos Mortais" criada pela escritora Cassandra Clare.
Uma fantasia urbana povoada por vampiros, demónios, lobisomens, fadas, autêntico romance e acção explosiva. 
«Há mil anos, o anjo Raziel misturou o seu sangue com o dos humanos, criando uma raça chamada Caçadores de Sombras" ou os Nefilins (já meus conhecidos de outras histórias), que convivem connosco com a finalidade de nos proteger dos demónios. 
Na discoteca Pandemonium em Nova Iorque, Clary sente-se atraída por um rapaz muito bonito de cabelo azul e resolve segui-lo quando ele sai. Para seu horror assiste à morte, pelas mãos do rapaz, de três jovens cobertos por estranhas tatuagens. A partir dessa noite o seu destino une-se ao de três caçadores de sombras, guerreiros empenhados em libertar a terra de demónios e, acima de tudo de Jace, um rapaz com aspecto de anjo mas com tendência para ser um idiota. (texto adaptado de fnac.pt)

quarta-feira, 19 de março de 2014

Mudar não é terminar, mas sim um novo começo

Durante meses pensei em terminar com o meu "outro espaço", já lá vão os tempos em que o Cantinho dos Miaus era uma PARTE da minha vida, mas a escassos dias de completar 8 anos de existência decidi que terminar não era o que realmente queria porque esta é uma parte de mim que nunca vai desaparecer.
Mas...
Os anos passaram, eu cresci, eu mudei, a minha vida mudou, todos mudámos e cheguei a um patamar da minha existência que sinto que a minha vida relatada em partes não tem sentido.
Não tem sentido haver o Cantinho dos Miaus, a Gata da Lua e mais 1001 perfis e mundos que percorro neste espaço sideral sem que eles nunca se cruzem enquanto que eu sou a mesma rapariga apaixonada pela vida, por gatos, por experiências, por linhas e tecidos, por aprender, por fazer amizades, por conhecer o mundo e tudo o que dele faz parte.
Mas a resposta tardou em demorar, o tempo e a doença tornaram uma decisão simples num processo moroso, de grandes questões filosóficas e interrogações pessoais sobre o que eu queria realmente fazer.
Hoje entre grande stress, depois de horas passadas no vet para ir buscar um dos meus bichanos que estava internado, num desespero quase palpável a solução apareceu assim como que do nada.
O Eu, vai tornar-se numa família, todos os meus mundos se vão unificar.
Este blog vai estar interligado ao meu mais artístico, ao meu instagram, facebook e todos os demais espaços onde deixe a minha patada.

O primeiro passo está dado agora só falta tempo para tornar isto tudo realidade.

domingo, 16 de março de 2014

[ doem-me os pés ]

Onde vou, raramente vou e cada vez menos, pareço um arrastão... vai tudo comigo! Hoje foi um saltinho à edição deste ano da Bolsa de Turismo de Lisboa, só para matar saudades e porque para quem não sabe sou licenciada em Turismo (que odiei exercer).




(a minha mãe queria o Jaguar)

quinta-feira, 13 de março de 2014

Merda

Tem dias que me canso de meter paninhos quentes, de esconder o que realmente sou (em carne e osso) e tenho medo de chocar os outros.
Perdi a vergonha e a pena pelos outros e não peço que tenham pena de mim.
Digo a qualquer um sem pudor que tenho um problema de saúde, admito que tenho cancro da mama na família, sou seguida há mais de 2 anos por suspeitas e já tive que fazer tratamentos sem qualquer sucesso.
Neste momento conto com 7 nódulos espalhados pelo peito e já alcançaram o músculo de um braço.

Se me sinto oprimida?
Tem dias que sinto que o céu está a rasar a minha cabeça e que mal consigo respirar como quando uma trovoada está prestes a desabar.

Provavelmente o ponto alto do meu ano de 2014 é ter que tirar os nódulos todos e eu só tenho uma coisa a perguntar: depois vou encher o biquíni com quê?

quarta-feira, 12 de março de 2014

Filmografia

Por falar em filmes não podia deixar de apresentar um dos que vi e adorei.
Fãs de Metallica este é para vocês!



Título: Metallica through the never
Ano: 2013
Género: Música
Duração: 93 min.
Realização: 
Nimród Antal
Intérpretes:  Dane DeHaanJames HetfieldLars Ulrich  
Ratings : 7.5/10


Trip, um jovem roadie dos Metallica é enviado numa missão urgente durante um concerto. Mas rapidamente o que era para ser uma tarefa simples acaba por se transformar numa aventura surreal. (retirado de cinema.sapo.pt

Para mim...

"Exit light 

Enter night 
Take my hand 
We're off to never never-land "

Adoro Metallica desde que aprendi o que era música, felizmente casei com um fã.
Este filme estreou em Portugal em finais de Setembro de 2013 mas confesso que me passou despercebido nos cartazes.
Nomeado para a melhor edição de som.
Mas enganem-se quem pensar que este filme é somente um concerto ao vivo, tem uma história... uma história pela qual eu mataria para saber a resposta ao grande mistério: o que estava afinal dentro do saco?

...

71 dias do ano - 25 filmes

Boa média!

terça-feira, 11 de março de 2014

Uma vez Twilighter


Não tenho vergonha de admitir que esta foi a história foi a minha salvação de me afogar num lago escuro e lamacento, repleto de monstros que abundam só nas histórias de terror.
Foi a beleza do amor, do surrealismo, da ingenuidade, do companheirismo e acreditar que tudo podemos neste mundo!
Talvez admita que esta tenha sido a história que me fez sair do armário...

segunda-feira, 10 de março de 2014

Facto estranho

Ter computador e não nos apetecer ligar é uma coisa.
Passarmos uns bons dias sem computador e sabermos que ele não está ali é coisa para me ter colocado os nervos em franja.
Mas voltou, está aqui e até me dediquei a limpá-lo e prometo por tudo quanto é mais sagrado que não lhe parto mais teclas (com uma faca... xiuuu! esta parte não era para contar).

sexta-feira, 7 de março de 2014

Histórias da minha vida: parte 258

Sexta-feira à tarde, eu a trabalhar, o telemóvel toca...

Ele: Queres ir jantar fora logo e ir ao cinema?
Eu: Humm?... Pode ser...
Ele: Fica combinado!
Eu a desligar: Armou alguma ou vai-me lixar com o filme! (risota no escritório)

O jantar foi japonês, o filme... (eu tenho sempre razão e ao fim de quase 8 anos de vida comum já não me engana tão facilmente).
E eu que ainda ia com a esperança que ia ver o Robocop.



Título: O sobrevivente
Ano: 2013
Género: Ação / Biografia / Drama 
Duração: 121 min.
Realização: 
Peter Berg
Intérpretes:  Mark WahlbergTaylor KitschEmile Hirsch  
Ratings : 7.8/10

Baseado numa história verídica de heroísmo, coragem e sobrevivência, "O Sobrevivente" conta-nos a incrível história de quatro SEALs da Marinha que, numa missão infiltrada para neutralizar um operacional de topo da Al-Qaeda, que são apanhados numa emboscada pelo inimigo nas montanhas do Afeganistão. Confrontados com uma decisão moral impossível de tomar, o pequeno grupo vê-se isolado e rodeado por uma força talibã em número muito superior e pronta para a guerra. À medida que se confrontam com probabilidades impensáveis, os quatro homens descobrem em si reservas de força e resiliência que os levarão até ao fim. (retirado de cinema.sapo.pt

Para mim...
Um excelente filme, emocionante e emotivo.
Uma verdadeira lição sobre amizade e amor ao próximo.
Mas mesmo assim continua a não ser o meu tipo de filme.

quinta-feira, 6 de março de 2014

Pausa

Hoje fico em casa: primeira consulta do ano.

Acho que engoli um alguidar de borboletas... para compensar aproveitei e vou fazer uma coisa que adoro: ir ao dentista.

quarta-feira, 5 de março de 2014

Housewife

De certeza que um homem nunca viu mulher tão feliz a aspirar como eu... no dia em que vieram entregar a máquina de aspiração nova!



Como eu adoro coisas novas!!

terça-feira, 4 de março de 2014

"Quando as pessoas morrem, não voltam."

Se grande parte de nós não consegue entender o que é realmente a vida como vamos conseguir perceber o que é realmente a morte?
O que doí não é a morte de quem nos é querido mas sim não sabermos lidar com o sentimento de nunca mais a podermos ver. 
Não sofremos por eles, simplesmente sofremos por nós.
Muito se escreve sobre o luto, teses filosóficas sobre o modo como cada um de nós lida com a perda, cada indivíduo responde de uma maneira diferente... mas todos precisam do mesmo: tempo.
E tempo é algo que eu por vezes sinto que não tenho, sinto que o tempo é como a areia que apanho com a mão e se escapa por entre os dedos.

Eu não sonho com a morte dos outros nem com quem já morreu, sonho sempre só com a minha morte!

Cada coisa a seu tempo é tudo o que repito cada dia ao acordar e ver a luz pelas frestas da janela, e chegou o tempo de avançar, o meu luto está cumprido.