quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O último de 2013 - 17/2013



"Intenso thriller. Um mergulho num dos mais terríveis projectos nazis: a criação de uma raça pura. Anaïs, jovem jornalista francesa, é contactada por um coleccionador norueguês que investiga os Lebensborn, campos de procriação alemães. O que aconteceu a essas crianças? Em que homens e mulheres se tornaram? Quando quatro pessoas, sem nada em comum a não ser o terem sido criados num desses viveiros humanos, aparecem mortas a polícia tenta abafar o caso. Anaïs decide ir mais longe. Arrisca-se a penetrar num dos mais negros segredos da História, mas talvez seja tarde demais para recuar...


Vidkun, coleccionador norueguês, recebe uma macabra encomenda: uma mala com quatro mãos mumificadas. Desconfia do que se trata, mas para poder chegar à verdade sabe que precisa da ajuda de alguém que possa investigar os Lebensborn sem levantar suspeitas. Criados em 1935 por Himmler, os Lebensborn eram campos de crianças consideradas de raça pura. Tendo surgido rumores, depois do fim da guerra, de que se tratavam no fundo de campos de procriação entre oficiais alemães e mulheres dos países ocupados consideradas “apuradas” o suficiente para serem germanizadas. Nunca provada essa teoria, é um facto que muitas mulheres, as que correspondiam aos ideais de raça nazi, foram raptadas e forçadas a permanecer nos Lebensborn...

Regressando a um dos mais negros segredos da História, o jornalista e ficcionista Nicolas d’Orves, escreve um perturbante thriller histórico. Partindo de factos e de alguma investigação sobre o tema, cria uma sinuosa intriga de investigação, mentiras e revelações" http://www.goodreads.com/



Acabado de ler em plena manhã do último dia, como que para limpar um dos pendentes da minha vida.
Um livro extenso, um enredo difícil até que nas últimas 3 folhas a história toda nos é apresentada e percebemos tudo o que antes não fazia sentido.
Uma lufada de ar fresco de toda a literatura juvenil a que me dediquei durante 1 ano.


1 comentário:

Cartas a Si disse...

Não conhecia, mas já passou para a minha lista de livros a ler. Parece-me muito interessante.