sábado, 3 de agosto de 2013

Filmografia e algo mais



Título: Cinco
Ano: 2011
Género: Drama / Comédia
Duração: 87 min.
Realização: Jennifer Aniston; Patty Jenkins; Alicia Keys; Demi Moore; Penelope Spheeris

Intérpretes:  Patricia Clarkson, Rosario Dawson, Lyndsy Fonseca, Ginnifer Goodwin, Jeanne Tripplehorn 
Ratings : 6.4/10

Uma antologia de cinco curtas metragens que exploram o impacto do cancro da mama na vida das pessoas.

Para mim...
Um filme que em Portugal não teve qualquer destaque apesar de sermos um país que continua a ser devastado pelo cancro da mama. Nomeado para diversos prémios sendo de destacar Primetime Emmy Awards ganhou pelo espantoso drama no Gracie Allen Awards.
Retrata o impacto do cancro da mama na mulher e nas pessoas que as rodeiam, os sentimentos, os medos, como lidam com a situação, os tratamentos, as loucuras e, infelizmente, em alguns dos casos a morte.
Este foi um filme que deixei arrastar na minha lista dos filmes vistos porque precisava de chegar o dia em que senti-se que era o dia de falar sobre ele.

O cancro da mama é algo que infelizmente (mais uma vez) faz parte da pessoa que sou desde há uns anos para cá, tendo casos na família passei para o grupo de risco e desde o ano passado após exames passei a andar na corda bamba todos os meus dias com a doença no horizonte.
Esta semana que se avizinha vai ser o início de um 2.º tratamento que vai decidir em muito o meu futuro.
Engraçado que as poucas pessoas que sabem sou das que mais desdramatiza a doença, os exames a que me tenho submetido e o que o futuro me poderá reservar.

2 comentários:

Cartas a Si disse...

Desconhecia a existência deste filme, mas agora passou, sem dúvida, a constar da minha lista de filmes a ver.

Infelizmente o cancro também tem afectado a minha família, não só o da mama, como o do estômago, intestino, pele. Já levou alguns dos nossos, outros continuam a luta. Continuo a achar que a maior parte das vezes é mais complicado para a família lidar com a doença, do que propriamente o doente. Não é fácil desdramatizar quando há a possibilidade de se perder os que amamos, mas eu acho que é meio caminho andado para a cura. Se não alimentarmos a doença há mais probabilidades dela vir a desaparecer.

Boa sorte para o teu tratamento.

Nobre Sandra disse...

Não conheço o filme, quero ver! Não fazia ideia de que lidavas com isto de tão perto, és uma mulher forte, sempre o soube ;)

Nobre Sonho