sábado, 6 de julho de 2013

É oficial e não à volta a dar

Sou proprietária de mais uma tatuagem, mas ainda só disponível aos olhos dos comuns mortais que me rodeiam e que podem ter o real prazer de ver o meu "pavão".
É verdade, a minha tatuagem já foi apelidada de pavão, gralha, piriquito e um cruzamento pouco ortodoxo entre um pavão e uma fénix (ideia que até nem desgostei) criando a ainda mais mítica ave: panix ou fevão... como lhe queiram chamar.

Ilações agora depois de feita: acabou por ficar muito maior do que eu tinha ideia mas estende-se até ao ombro e adoro, foi toda preenchida com sombras e efeitos que eu também não tinha pensado mas criou uma realidade extraordinária e foi aplicado sombras brancas para realçar e foi o que causou o maior fascínio a quem já viu.
Único ponto negativo: só durante o Inverno é que a vou conseguir esconder porque apanha-me uma parte do pescoço.

Nestes dias (já lá vão 2) fiquei famosa pela frase: "-Vou ali besuntar o meu pavão que ninguém quer um pavão seco!"


Fénix power...

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