quarta-feira, 7 de março de 2012

Leituras de prateleira



Alexander Cold, a sua avó Kate e Nadia Santos, os protagonistas de A Cidade dos Deuses Selvagens, voltam a reunir-se neste segundo livro.
A estátua do Dragão de Ouro permanece oculta num pequeno e misterioso reino, escondida na Cordilheira dos Himalaias. Segundo reza a lenda, este magnífico objecto, um poderoso instrumento de adivinhação incrustado de pedras preciosas, guarda a paz destas terras, desvenda-se também o valor e a simplicidade dos ensinamentos budistas através do lama Tensing, mestre e guia espiritual de Dil Bahadur, o jovem herdeiro do reino, a quem guia pelo caminho do budismo e dá a conhecer o valor da compaixão, da natureza, da vida e da paz.
Foi o primeiro livro que li da autora e a primeira reacção que tive foi ver se tinha mais algum dela na minha colecção e com muita pena minha descobri outro.
Apesar de não ter lido o primeiro livro da aventura destas três personagens não gostei da escrita da Isabel Allende no geral, achei enfadonha. 
Fico com a esperança que esta minha opinião sobre a autora mude quando ler o outro livro que possuo dela, uma vez que é uma história completamente diferente do género deste livro.

Do livro retirei um excerto que me ficou na cabeça:

"A mudança deve ser voluntária, não imposta. [...] Todos podemos mudar, mas ninguém pode obrigar-nos a fazê-lo. A mudança costuma efectuar-se quando enfrentamos uma verdade inquestionável, alguma coisa que nos obriga a rever as nossas crenças."

1 comentário:

Cenourit@ disse...

Custou-me a gostar da escrita de Isabel Allende. Comecei por ler "A Casa dos Espíritos" que peguei e larguei dúzias de vezes até que atinei e adorei. Esse não li, mas já li outros e gostei muito.