domingo, 13 de novembro de 2011

Eu não tinha... mas agora tenho

A convite de uma amiga de longa data, que ainda não tinha conhecido pessoalmente mas que há anos partilhamos a vida (o bom e o mau) por detrás de um monitor e um teclado, fui visitar a Feira Nacional do Cavalo na Golegã.. Não fosse ela uma aficionada por cavalos!



Sinto que vim menos inculta quanto a este pequeno grande mundo, e a conceitos como coudelaria, dressage, traje tradicional de cavaleiro, atrelagem e afins.
Fiquei feliz e surpreendida pelos grandes avanços dados nestes tipo de feiras quanto aos direitos dos animais e surpreendeu-me inclusive a desqualificação de um cavaleiro na prova de equitação de trabalho, que assisti quase toda, pelo facto de o cavalo estar ferido. O meu bem haja a todos os que tentam incutir cada vez mais que o cavalo é igualmente um ser vivo digno dos mesmos direitos que nós.

Confesso que nunca tive medo de cavalos mas desde esta experiência os passei a olhar com um respeito muito superior, medo!
Constatei que os póneis não são fofinhos, bem de perto eles têm um ar demoníaco e maléfico e que até os cavalos lhe têm respeito.
Prometo olhar,daqui em frente, de maneira diferente para qualquer individuo de etnia cigana, desde que me abriram os olhos para a Coudelaria Lelo, que me proporcionou momentos de riso enquanto corriam na manga com um cavalo de raça suspeita e o atrelado completamente cheio de adultos e crianças (alguns deles pendurados nos lados).




Ah, esqueci-me de mencionar que nos cruzámos com o nosso Primeiro-Ministro que estava lá com uma comitiva de umas boas dezenas de paspalhos... possivelmente almoçaram á grande com os subsídio de Natal aqui do pobre.



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