segunda-feira, 23 de maio de 2011

About friendship and hate

Nunca quis ser tua amiga.
Aliás nem sei porque, ao fim de uma década, me continuas a vir ao pensamento, como um espectro.
Em ti nada me aprazia, nem as tuas tentativas dissimuladas de ser minha amiga contrastantes com as cenas óbvias de ódio e inveja que sempre sentiste de mim.
Eu nunca tentei... sou sincera.
Mas o que tu não sabes, nunca soubeste, o que ouviste e continuas a ouvir ou a ler de mim nada é a realidade. 
Tu não sabes nada de mim, do que sou, do que criei, do grande ser humano que cresce em mim... que tu nunca o hás-de ser. Nunca hás-de passar de um ser mesquinho, oportunista, egoísta, pretensioso...
A minha caixa nunca se abriu para ti, da minha boca nunca ouviste um laivo do que realmente sou, mas cá dentro tudo o que tu disseste e fizeste ficou marcado, tal caixa negra de um avião naufragado no fundo do oceano rodeado de corpos inertes.
Assim eu sei que te deixei e tu odeias-me ainda mais por isso.
Mas só tenho uma coisa para te dizer: a vida dá-nos a oportunidade de escolher se queremos ou não ser felizes.

Eu escolhi a felicidade!

2 comentários:

Cenourit@ disse...

Como eu te compreendo...

Beijocas***

Gabriela... disse...

Andamos-nos a entender uma à outra, é bom!