terça-feira, 15 de março de 2011

Ode á dor

Neste mundo acho que vivemos 2 ciclos de sensações: umas naturais outras provocadas.
Nascer por si só é o maior passo para ser quem somos e depois seguimos todo um ciclo fisiológico do qual não podemos fugir. Crescemos, envelhecemos e morremos, um dia.
A sociedade, por si, impinge-nos um leque infindável de sensações que nos fazem andar a 360º todos os dias: temos que estudar, ser adolescentes à força, amar, odiar, liderar, trabalhar, casar, engravidar ou ir à tropa, criar filhos, gerir, educar e inevitavelmente lidar com a perda dos outros... que ao longo de uma vida, por laços de sangue ou imposição aprendemos a viver em sociedade e se tornaram uma parte integrante de nós.

Amiga, eu não sou nada nem ninguém para te dizer que o tempo tudo cura.
Tu, mais que ninguém, sabes que o tempo nem sempre cura nada, apenas acalma a dor que lateja todos os dias cá dentro.
Não sei o que é perder um irmão, muito menos consigo imaginar isso... por tão doloroso que deve ser.
Só quero que saibas que eu estou aqui, sempre estarei para o bom e para o mau, como nos casamentos e é até à morte. Como todas as amizades deveriam ser, como eu quero que a nossa seja.

Hoje o meu coração e pensamento esteve em ti!

1 comentário:

Cor de Chá disse...

Obrigada, minha linda. Por tudo.

Gosto muito de ti. Um beijinho.