quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Eat Love Pray



Ora aqui está um filme sobre o qual eu poderia escrever sem parar sobre tanta coisa que me fez pensar e sentir...
Para nos encontrarmos não precisamos de viajar pelo mundo, não precisamos de aderir a uma religião, não precisamos de quebrar todos os laços que temos, simplesmente precisamos de achar o nosso "eu".
Durante anos chorei, chorei por tudo, chorei por nada, chorei pelas pessoas, chorei pelas acções, chorei pelo que fiz, chorei pelo que não fiz, em resumo acho que chorei demais.
Hoje não choro assim, choro quando magoa cá dentro somente, mas um magoar de sentimento e não por tudo e não por nada. Talvez essa tenha sido a minha maneira de me encontrar, a minha busca do equilíbrio, o meu exorcismo.
Hoje riu com a boca, com o cérebro e com o fígado (sem sombra de dúvida).

Se eu tenho uma palavra? Talvez muitas: alegria, sem remorsos, firmeza, gratidão, amor...

Agora entendo porque tantas vezes me disseram "Tens que ver o filme, é a tua cara!" "Tens que ler o livro, vais ver que te vais encaixar!", se calhar porque é esta a imagem que passo, uma revoltada com o mundo e com ela própria mas com um equilíbrio muito peculiar, o meu equilíbrio, aquele que achei ao fim de 30 anos.

5 comentários:

Cidchen disse...

O último livro que comprei foi esse mesmo! Estou mesmo curiosa por o ler, mas acho que ainda vai ter de esperar que acabe primeiro os outros que estou em lista de espera há mais tempo. O filme não vi ainda.

Álvaro Lins disse...

De visita. Não faço grandes comentários. No entanto, por vezes encontrar o nosso EU é um grande percurso!
Mas gostei e vou voltar.

Gata Lili disse...

a mamãe também assistiu e adorou. tudo de bom para você e seus bichanos! miaaauuu...

Janine Bettencourt disse...

Deixo-te somente um sorriso, porque me apetece :)

albana disse...

também já vi e espero rever, assim como li e reli algumas passagens do livro!
lê o livro...é lindo, devorei cada página!

Bjinho