sexta-feira, 31 de outubro de 2008

1.464h 87.840m 5.270.400segundos

Quanto tempo demora a passar 2 meses?
Não me estou a referir aos 61 dias, às 24h de cada um e aos 60m de cada hora mas sim ao que mentalmente demoram a passar 2 meses.
Será que vai passar rápido? Será que nem por isso?
Hoje o meu futuro resume-se aos próximos 2 meses, para o bem ou mal que venha ai eu vou ter que cá estar.
Esta semana libertei-me de muita coisa, da medicação e do trabalho certo e com bom ordenado no final do mês. Acho que uma coisa sempre esteve inevitávelmente ligada com a outra: o trabalho causava-me nervos e os nervos tiravam-me o sono e sem dormir lá entrava a medicação. Mas acho que cortei os males pela ordem incorrecta... que se lixe.
Está feito!
Hoje foi o dia D da minha vida, dos meus últimos 4 anos. Despedi-me!

Agradeço a toda a claque que tem estado este tempo todo aí desse lado a dar força a estas 2 daqui (sim despedimo-nos as 2), finalmente tivemos a nossa carta de alforria (como carinhosamente lhe chamou a Andie).

Ela já foi, eu infelizmente (até nisso fui lixada) vou ficar cá a marcar passo por mais 2 meses.


O futuro esse não me preocupa, acho que finalmente me posso dar a esse luxo!

terça-feira, 28 de outubro de 2008

tenho um espinho cravado



No meio da minha agitação esqueço-me, perco-me e dissipo-me no universo.
Arriscaria gritar estou livre, quero-te, amo-te como o fiz em tempos!
Como rosa selvagem que sempre fui, cravada de espinhos e indomável tu quebras-me com o teu beijo e o teu abraço, o teu sorriso e o teu modo de me fazer rir.
Será que é isso que me faz amar-te tanto?

Quero ser para sempre a tua rosa selvagem... porque um dia dissemos que é para sempre até que a morte nos separe.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Ladies night

Hoje convidaram-me para uma despedida de solteira.

Foi quanto bastou para me meterem aqui a dissertar sobre assunto com o qual nunca nutri grande amizade ou qualquer tipo de confiança.
Agora vocês dizem "Mas porra pá, tu casaste o ano passado e tiveste despedida de solteira", alto ai e pára o baile! Eu não defino aquilo que se passou no dia anterior ao meu casamento como uma despedida de solteira, eu gosto de lhe chamar de "jantar das profissionais... 60% divorciadas, 30% casadas e 10% solteiras (eu não me inclui nem num nem noutro porque era um misto de carne e peixe se é que me entendem) e sim, tive gente comigo nessa noite que nem ao meu casamento foram. O espanto!!!
Para mim foi simplesmente um jantar para o qual fui completamente cansada mas onde me ri imenso. Não houve bebedeiras, não houve strip, não houve maluqueiras, houve somente um conjunto de senhoras quase todas dos 30 para cima e dos 50 também que passaram uma noite inteira a falar de relações, filhos, maridos e afins. Não houveram os típicos "Ah, vais casar, vais-te enforcar!" mas sim uma explanação de longa duração de quem já tinha casado e passado por uma separação. Acho que essa noite valeu por 1001.


A bem da verdade só fui a uma despedida de solteira na vida e foi de uma amiga.
O que me mete confusão é a definição que as pessoas carregam na dita festa "DESPEDIDA de solteira", raios se gostam tanto de serem solteiros e até precisam de uma despedida porque raio se casam?
E fazerem as festas 1/2 semanas antes! Acho que estão a desvirtuar uma celebração tradicional e antiquíssima, reza a história que:

" Despedidas de solteiro = foram originadas pelos soldados Espartanos, que se despediam dos seus dias de solteiros com uma festa desconcertante."

Como por cá ainda não acabámos com esta e adoptámos uma de outro país eu vou esperar pacientemente que um dia possa finalmente fazer o meu chá de panela e quem sabe um chá de lingerie ( ao qual acho muito mais piada) já que existem também a Tuppersex!

Como devem de adivinhar ao fim deste paleio todo obviamente que a minha resposta ao convite foi um NÃO, grande, redondo e sonoro. Prefiro ficar mais o marido e curtir o feriado por terras do interior, visitar a entidade maternal e quem sabe dormir uma sesta deitada no terraço lá de casa.

Desse que dizem ser o nosso último de casado, de liberdade e afins eu somento acho piada às fotos de umas horas depois...

Andreia, fomos as primeiras!

domingo, 26 de outubro de 2008

Tenho medo da multidão


Admito que gosto de me ver rodeada de gente.
Passo eternidades a criticar-me por não organizar mais patuscadas cá por casa mas depois acabo sempre por retrair-me, muitas vezes não entendendo bem porque.
Acho que hoje finalmente entendi!
Ter muita gente, em minha casa... a junção destes dois factos cria em mim uma espécie de êxtase, stress e 1001 sentimentos que me metem a cabeça a andar à roda. A minha mania que seja tudo bom e bonito faz com que não desfrute do momento com todos os meus sentidos.
Será falta de hábito?

Só sei que depois de todos saírem, os gatos reaparecerem e ocuparmos os nossos normais lugares de um domingo final de tarde me parece que finalmente entro em mim.
Depois de limpar tudo ao mais ínfimo pormenor e deixar já tudo orientado para o dia seguinte sinto um alívio indescritível.
Mas eu gosto de ter gente em casa acho que não estou é habituada. Nem eu nem os gatos (ponto final).

Avizinha-se uma semana stressante, talvez a última. Talvez em sabor de comemoração dos meus 4 anos na empresa que comemorei hoje em tom de brincadeira.
Esta é sem dúvida a melhor altura de estender asas e alargar horizontes!

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

The quest




Sou uma apaixonada todos os dias!


(Anatomia de Grey novamente)

Quando tudo tem que acabar

Um 6.ªfeira que começou assim, calma.
Tão calma como eu não sentia há muitos meses, talvez arrisca-se dizer quase 1 ano.
Talvez esteja a ser um compensar do inicio da semana atribulado e de meter os nervos em franja, mas necessário para que a semana acaba-se assim.
Por aqui tomaram-se decisões muito difíceis, que finalmente ganharam contornos e datas marcadas, objectivos previstos e um abrir de um novo horizonte que eu já não via há muitos anos.
Por um lado o sentimento de libertação mistura-se com um "dejá vu" que ainda não tinha esquecido como era, voltar à fase de incerteza está a ser para mim delicioso pela primeira vez.
Tanto que hoje finalmente acertei numa roupa que me fizesse sentir bem, apesar de continuar a ser negra é um negro mais libertino... talvez uma extensão da alma.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

O mar, a terra e o céu

Apetece-me partir, só contigo a meu lado, pelo mar fora.
Azul, verde...
Sob cinza ou branco, azul ou traçado!

As coisas têm decorrido com uma velocidade estonteante, nada normal dos meus finais de ano.
É o fazer, comprar, tratar... estudar, trabalhar. Mudar!
Acho que nos dias que restam até que 2008 encerre terei muitas novidades com o virar do ano, muito boas tenho a certeza disso.
Quer sejam a nível profissional quer sejam a nível pessoal.

Hoje enquanto vinha para o trabalho lia na contracapa no livro que trago na mala há meses (é verdade, tenho estado tão preguiçosa nas minhas leituras),
"a vida não tem de ser tão complicada quanto insistimos em torná-la."
Mas será que temos capacidade para fazer as tão necessária limpezas mentais? Espero chegar a essa parte do livro muito em breve.

Acho que tudo na vida faz parte de um caminho, só nós podemos controlar o quanto as coisas nos afectam ou não.
Tenho fases em que tudo para mim é um drama, afundo-me em lágrimas e indefinições, indecisões e tristezas.
Depois páro e penso, discuto e realinho ideias.
As coisas não precisam de ser assim. Porque sofro eu por antecipação? Antes de o carro bater no passeio já eu me estou a lamentar (é o que me costumam dizer!).
Mas eu acho que preciso deste stress todo para compreender o que vale a pena e não vale a pena.

Hoje valeu toda a pena atender o telefone para ouvir a notícia que finalmente chegou a carta do hospital. Medicina reprodutiva ai vamos nós!
Quanto ao trabalho talvez hajam planos no horizonte, tudo a seu tempo.

...1...2...3...4

Hoje comecei o dia a respirar fundo e contar até 10 e parece que vou ter que continuar nos próximos dias.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Corre menina, corre

Procuro o que nem sempre existe,
Desejo o que não consigo alcançar,
Amo o impossível...


Passo horas a contar os minutos e os segundos dos minutos por aquele pedaço de tempo que julgo ser aquele que vai valer por toda uma vida.
Idealizo todos os pormenores de algo que espero...
Faço-me de forte, que não sou. Indiferente, que não sou.

Tiro os sapatos e encosto-os ali no canto da cama, deito-me e olho o tecto como que à procura de uma estrela cadente que me indique o caminho para algo que eu ainda não sei se existe.
A luz apagada. O silêncio persegue-me para todo o lado.
Fecho os olhos e desejo-te.
Menina acorda, hoje é o dia, agora é a hora.
Mexe essas pernas, dá a esses braços, mostra o teu sempre sorriso.
Tu és e sempre serás AQUELA menina forte!
Não és vazia de sentimentos para nem por ti, está rodeada e rodeias a todos. Só tu dás força quando mais precisam e só tu mesma pedes ajuda quando mais precisas.
O mundo dá voltas de 360º sempre no sentido que nos corrermos, CORRE.


Um pequeno tributo a todas aquelas meninas que partilham comigo o dia a dia e que me dão e eu dou todo o meu carinho!
Sem vocês eu não resistiria.

quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Não quero voltar!


(é a parte em que estou agarrada ao pilar da recepção do resort e o Hugo me puxa para me meter dentro do carro para fazermos a viagem de regresso)

Ok, confesso foram os melhores dias de férias que tive nos últimos tempos! Os mais curtos mas os mais relaxantes, os mais alegres, os mais aventureiros, os mais... tudo!
Como gostava de ter ficado por terras algarvias mais 15 dias, no mínimo, para vir minimamente farta de estar longe de casa.
A opção não podia ter sido melhor, um resort enfiado em pleno Parque Natural da Ria Formosa, passamos horas os dois na varanda a ouvir as gaivotas, a ver os peixes nos canais que ladeavam o jardim, piscina, passeio (corremos quase a costa Algarvia toda e ida a Espanha incluída... para atestar o depósito, estão a ver não estão?), andamos de barco (claro!), a parte do ginásio, banho turco e jacuzzi eu não comento porque não vale a pena.

Hoje regressei ao trabalho mas confesso que sinto falta de ouvir as gaivotas...


E quem nunca experimentou acordar de manhã e enfiar-se num jacuzzi que experimente! É o começar de dia mais relaxante e ao mesmo tempo desperta para o pequeno almoço que depois se torna a refeição mais deliciosa do dia. Stressada como eu sou pequeno-almoço é sempre a correr então nestes dias foi mesmo o delírio... demorar quase 1h sentada a deliciar-me com café com leite e croissantes com doce de morango.

Como tradição, no dia 13 à noite espumante e o nosso bolo! Afinal tinha recheio de ananás! As coisas que descobrimos ao fim de 1 ano de casados.



O Hugo jurou que para o ano voltamos, tal não foi o fascínio com o local, a excelente qualidade do resort e claro a boa relacção qualidade/preço e serviço de restaurante.

(não perguntem preços porque afinal nós "somos donos de um banco"...)

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Porque um ano passou assim... num ápice

E porque as imagens sempre valeram mais que 1001 palavras!

Foi o nosso dia!

Assim comemoramos o primeiro ano de muitos que virão, de muitas alegrias e tristezas, de muitas lutas e metas alcançadas, de muito amor acima de tudo.
E se fosse hoje faria tudo igual? Claro que faria, sem mudar uma única coisa.

Hoje enquanto vocês lêem isto nós estamos longe de tudo e de todos, os 2 sozinhos. Porque o amor também precisa de uma lufada de ar fresco e de espaço, de carinho e de atenção decidimos que este dia seriamos só nós os 2 simplesmente.
Trouxemos o bolo como manda a tradição e logo depois de jantar, os 2 sozinhos, vamo-nos deliciar com ele e com uma boa bebida a acompanhar e fazer votos para que tudo continue assim... feliz!

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Já fui...

Mentalmente acho que fui de férias a partir da hora de almoço!
Stress à parte e muita coisa ainda por resolver até ao final do dia, incluíndo a avaliação no curso de inglês que me está a causar em certo esvoaçar na barriga...

Penso que nos próximos dias vou estar por aqui... e tudo passa!


Acho que é a primeira vez este ano que tiro dias de férias e os sinto mesmo como férias, por poucos que sejam.
Por isso até ao meu regresso!

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Pensamentos caóticos

A poucos minutos de acabar mais um dia de trabalho nada mais me escorre a não ser pensamentos completamente caóticos tal não é o cansaço.
Ilumina-me a ideia de logo à noite começar a preparar a mala de viagem e tratar dos assuntos normais antes de uma ida de férias.
Escurece-me a ideia que depois vou ter que ir estudar porque amanhã vai ser noite de avaliação.

Mas depois vou fugir de tudo e de todos e vou para a minha ilha gozar um merecido descanso da guerreira.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Pó de arroz do meu arrozal

Nem sempre fui menina da cidade, cresci numa pequena aldeia perto do interior onde o mar fica a mais de 1h e tal de caminho.
Cresci no meio das terras de cultivo, dos milheirais, batatais, vinhas e pinhal.
Percebo de jardinagem, agricultura, criação de animais e 1001 coisas que só se aprende na aldeia. Passei a minha infância, adolescência e grande parte da juventude a ajudar os meus pais e demais pessoas amigas da aldeia em tudo o que podia.
Recordo as descamisadas de milho pela noite dentro (algo que agora já nem existe devido à maquinaria), as madrugadas a arrancar batatas em que eu tinha maior percentagem de batatas cortadas do que inteiras, as vindimas, as podas e fertilização, andar a semear feijão e afins, as regas que duravam horas a fio (principalmente dos milheirais e me espetavam com cada alergia de pele).
Sempre desejei voltar!
Sempre tive medo de vir a partilhar a minha vida com alguém que não compreende-se este meu desejo e me corta-se as asas de poder voltar a voar pelos campos e pelas vinhas em buscar dos cachos que foram esquecidos nas vindimas.
Hoje eu sei que tenho um sonho que será realidade, tenho alguém do meu lado que apesar de ter nascido 100% na cidade compreende o que é realmente qualidade de vida.
Sei que vou ter a minha casinha na aldeia... nem que seja só para a minha velhice e poder acabar os meus dias por lá. Por ele iamos já hoje!



Com o meu pai cresci a ouvir estas músicas e com que hoje tanto me identifico. É com ele também que traço os meus planos para o futuro e planeamos as nossas figueiras pingo mel naquele terreno ao abandono no meio do nada e no meio de tudo e talvez comecemos uma vinha de raíz.
Ficaste orgulhoso de mim pelas minhas ideias mas eu é que te agradeço por tudo, afinal és o meu pai de sangue e de coração.
Hoje, aqui sozinha riu ao relembrar as tuas palavras "A míuda é que teve uma excelente ideia!"...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Fim semana cultural

Sozinha ou acompanhada os minutos dos dias vão passando e temos que ser nós a preenchê-los o melhor que conseguirmos.

Será que foi desta que ganhei uma nova paixão? Ballet!
No sábado de convite na mão, oferecido por uma das bailarinas, rumei à Vieira para assistir ao "Saltatio", um espectáculo de dança ,por acaso apoiado aqui pela empresa (cof, cof).
O ballet foi sem dúvida o que mais me maravilhou, a graciosidade dos movimentos, os trajes, os gestos... adorei.
Voltei para casa feliz.

Ontem, na visita da praxe à entidade maternal (como ela odeia que eu a chame assim) fomos todos (ai entrou novamente em andamento o nosso Ford Escort a cair de velho serra acima) para Alvaiázere ao festival do Chícharo.


Que para quem não sabe é uma espécie de tremoço mas não amargo depois de cosido. E como outras terras que se auto-dominam de Capitais de qualquer coisa, Alvaiázere é a Capital do Chícharo.
A descoberta de uma feira de artesanato lá foi uma agradável surpresa que aumentou quando encontrei gente conhecida da última feira onde participei. Começo a ter conhecimentos em todo o lado o que é muito bom.
Beijo e abraços à parte regressámos à nossa casinha e aos nossos miaus que passaram um dia de santo.

E já entram em agenda os planos para o fim-semana que vem passado bem fora daqui... já faz 1 ano!

sábado, 4 de outubro de 2008

Pu,pu, piru

Mas que raio de título de post é este?

Quem não conhece a Betty Boop que se digne a dizer para ser eu própria a mandar a primeira pedra.


Desde pequena que Betty Boop tem sido uma espécie de alcunha minha, sempre me lembro da minha mãe gozar comigo, na escola eu levar cadernos com capas da Betty (a minha mãe fazia questão) e de dizerem que eu era parecida com ela... os anos passaram e ainda agora dizem que sou parecida com a personagem.
Ela acabou por se para mim uma espécie de ícone, uma "pin-up girl".
Já não me chateia nada que digam que sou parecida com ela, aliás até o levo como um elogio.
Esta semana, enquanto eu explanava sobre o vestido que ando a elaborar para levar a um casamento, lá veio novamente "Vais ficar tal e qual a Betty Boop!".
Ora pois claro!

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

...

Passei a minha hora de almoço a fazer os trabalhos de casa.
Que mais deprimente pode haver na vida?

Chegar aos 28 anos da minha vida, ter deixado a escola à 6 anos e... gastar uma preciosa hora de almoço com a cabeça enfiada entre os livros e gramáticas e não conseguir ter tempo para acabar.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Projecto Florescer

Palavras para quê?
Quando acordamos com o mundo fechado na mão, abrimos a receio para que não fuja e sopramos para causar tempestade.
Estou viva, sou feliz e isso importa mais que tudo o que me rodeia... faço os outros felizes!

Um sentimento de leveza transformou-me uma folha ao vento, definir e cumprir prioridades tornou límpida para mim uma agenda que se estava a transformar num monstro medonho.
E assim continuarei.