domingo, 30 de março de 2008

Hoje preciso de música...



Sozinha por casa, para além gatos, é a minha segunda companhia.

Esta é sem dúvida a minha banda portuguesa de eleição.
Já tive a sorte e os pais maravilhosos de me terem levado a ir ver um concerto deles ao vivo.
Está nos meus planos ir vê-los novamente nos próximos tempos. É daquelas necessidades inexplicáveis para os outros e tão óbvias para nós.

sábado, 29 de março de 2008

Eu para vocês

Para mim a vida converge numa "mélange" de sentimentos, gostos, modos de vida, sabores, tactos, pensamentos e objectivos.

Uma mistura agradável!

Uma fusão de tudo e todos com que partilhamos o nosso dia a dia, quer laboral quer familiar.

Eu, graças a ti, aprendi a amar a cor negra. O preto passou a ser a cor com que melhor me sinto e mais me realça.
Tu, graças a mim, aprendeste que existem outras cores.

Eu, graças a ti, aprendi que tenho muito potencial escondido e que tenho que aprender a mostrá-lo.
Tu, graças a mim, aprendeste que precisamos de algo para distrair a mente, tipo um ácido para lavagem profundas.

Ainda tenho tanto para aprender e tanto vocês têm para me ensinar, mas temos todos os dias da nossa vida...

sexta-feira, 28 de março de 2008

P.S.

Hoje, ao fim de quase 15 dias de andar em pleno wrestling com o meu cabelo consegui domar a fera.
Isto normalmente comigo leva sempre muito tempo, sou uma miúda de difícil trato e é muito complicado levarem-me na onda.
Mas ao fim de várias técnicas e produtos consegui fazer as pazes com ele, somos amigos outra vez. Mas até quando?

Por falar em wrestling, estou quase a festejar 6 meses de casada.

E agora perguntam que raio tem uma coisa a ver com a outra? Não são as nódoas negras, garanto.

Dica do dia

Tenho frio, calor, tremo ou suou.
Já não entendo muito disto, hoje foi o dia das contradições.

Hoje fiz algo que já não fazia há anos e que me foi ensinado por um rapaz que adoro... apesar dos anos e da distância nunca abandonou o meu coração. E "biba o norte, gaijo!"
Continuando...
Fiz uma limpeza do organismo.

Um dia inteiro a água (muita, muita) e fruta. É claro que a ida ao ginásio não foi das coisas mais agradáveis, desisti assim que comecei a ficar rodeada por luzinhas e discos luminosos a girar.
Sou uma fracota!
Mas o resto do dia até corre bem e sem qualquer stress.

Ensinaram-me que se devia de fazer 1 vez por mês. Não mata ninguém e dá para o organismo se libertar de algumas das impurezas (se juntarmos à água um bom depurante é ouro sobre azul).

E que tal acabar o dia com uma drenagem linfática caseira?




E não digam que vão daqui.

Hoje passei o dia a correr lojas, viva a ginástica! O marido vai ficar com um novo guarda roupa muito mais elegante do que tinha antes, ao menos este ataque à paciência serviu para algo muito bom. Para ele, claro! Para mim não, porque tal como a Márcia odeio comprar roupa. É de signo só pode.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Desejo concedido

Existe quem brade aos céus por desejos não concedidos, que reclame por ninguém ouvir as suas preces...

E nunca se fala daqueles que tem o que pedem! Então e esses?
Será que estão sujeitos a serem escondidos, abafados para que se pense que não existem?

Ontem tivemos (quer dizer "teve") um desejo concedido. Como que um estalar dos dedos e lá estava a oportunidade há muito falada.
O Hugo vai renovar o guarda-roupa quase todo!
Pena que tenha sido assim tão urgente e de forma tão brusca, mas espero que quem roubou a roupa toda dele do estendal tropece no passeio e parta os dentinhos todos...

E é melhor ter cuidado porque eu sou também sou boa a desejar coisas, normalmente também sofro da doença dos desejos concedidos.

quarta-feira, 26 de março de 2008

O que fazer quando...

nos dizem:

"Fazes-me criar nervos!"

Principalmente vindo da entidade patronal?

Não tenho a culpa de ser super eficiente. Ao que se responde "Se quiser eu invento!"

Também sou boa a inventar... já agora fique-se a saber.

Pôr do sol e nascer no coração

Os dias continuam cinzentos, por aqui muito cinzentos.

Tudo em meu redor anda doente, desde amigos a clientes... o meu "chega para lá micróbio" já está a ficar famoso.
Tenho trabalhado imenso nestes ultimos dias, tanto no escritório como em casa.

Os objectivos estão mais que definidos e sei que caminho percorrer para poder colher frutos ou lindas flores, já não me importava.

Por falar em flores, a minha nova remessa já tem imensas pontinhas verdes lá nos vasinhos. Desta vez salsa e cravos da Índia, mas tenho mais em vista para semear. Adoro mexer na terra, não me contento com comprar plantas e simplesmente regar! Tenho que sentir as sementes entre os dedos, mexer na terra, arrumar o conjunto, regar e todos os dias observar com olhos de ver à espera que as primeiras pontinhas verdes apareçam. É uma sensação fantástica.

Espero pacientemente pela chegado dos dias quentes e solarengos... e eu as minhas plantas.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Foi com saudades

Eu gosto de fins-semana assim! Que parecem que não acabam, em que se faz tudo e ainda sobra tempo... vai-se passear, tirar fotos, visitar a família, provar um vinho caseiro maravilhoso, andarmos de carro todos a gritar e chorar de tanto rir.
Chegamos ontem tarde a casa mas tivemos um dia de Páscoa fantástico, não fosse ele passado com os meus pais. Com eles tudo é uma animação.

Comemos que nem uns alarves uma carne de cabra estufada ( que eu até nem gosto mas ontem até comi), regado com um vinho tinto produção caseira e saímos à aventura.
Os 5 de Ford Escort, tal aventureiros do deserto.
Temos o hábito de sair para passear neste carro, o mais velho que temos e que nunca tivemos coragem de nos desfazer dele. O nosso primeiro carro!

Fomos em passeio para Alvaiázere, subimos à serra, fomos responsáveis por haver menos 1 bébé na terra (ao que o meu mano nos chamou de estraga f****), descemos a serra sob a ameaça do condutor ( o maluco do meu pai) em destravar o carro e irmos por ali abaixo. Chorei...

Mas até para as lágrimas aquele carro vem precavido, dada a quantidade de rolos de papel higiénico que achámos, juntando a carrada de alecrim que apanhamos, rebentos de flores e afins, terra com fartura naqueles tapetes.


Fomos visitar os meus avós mais velhotes, sentados todos em redor de uma lareira antiga ao calor da fogueira.
Regressámos tarde e cansados de uma aventura louca.
E estamos a pensar em alargar os horizontes das nossas viagens fantásticas e irmos os 5 até à Serra da Estrela.

Acham seguro?

quinta-feira, 20 de março de 2008

quero-te não querendo/amo-te não amando

Passas por mim como a brisa marinha
O teu cheiro salgado desperta-me
Não quero morrer aqui neste verde mar
Não quero morrer aqui neste azul céu

Escuto-te por detrás das portas, um sussuro de criança menina em mim.
Quero ver-te mas evito encontrar-te...
Indefinição?
Quero amar-te mas não suporto sentir-te no meu coração!
Sinto o sol a bater na cara e um batimento compassado no peito... espero que voltes um dia.
Não a minha ingenuidade de menina, nem o meu acreditar de moça
Tudo, tudo o que perdi um dia!
Não quero encontrar!
Enterro, escavo, sujo as minhas mãos
Indecisão?
Faço, acredito, choro , perco, acho, grito
Nada mais passa de verbos

Escrevo (te) para que um dia me ouças naquelas palavras que cantei ao vento
Que os teus olhos se cerrem para tudo o que eu faço e nunca vejas a irreverência, a promiscuidade que nunca conheceste e eu nunca que quis mostrar, a alma que sempre escondi, aquela marca abaixo do joelho e acima do tornozelo mesmo ali ao pé daquele sinal em forma de estrela... não tu nunca viste!
Cerra a boca para tudo o que disseste um dia e para tudo o que possas vir a ouvir, nada passa de brisa...
brisa marinha que passa por mim
Não quero morrer aqui neste mar verde
Não quero morrer aqui neste céu azul!

Quero morrer onde tu não estás e que estejas em mim...


a ti que olhas para mim ai do céu

Vens ou não?

Está-me a apetecer neste momento ligar ao meu boss e perguntar-lhe se se esqueceu novamente de vir trabalhar!!

Não há pachorra...



( 11:58 - e foi assim que eu despedicei o meu post n.º100, ando uma rapariga cheia de ideias sem sombra de dúvidas. O boss ainda não deu as caras e o trabalho dele acumula-se aqui, que se lixe.)

Perdi-me em mim

Perdi-me a olhar para o espelho, tanto que quando olhei para o relógio disse para comigo "ficaste em terra hoje".

Constatei que afinal as pérolas dão-nos um ar refinado não interessando o que se traga vestido, mesmo que seja uma calças de ganga e uma camisola de lã. O raio do cabelo é que não anda a ajudar nada, encaracolou todo e pareço saída de um filme do Tim Burton... qual noiva cadáver meio despenteada, a pele no auge da sua sensibilidade pareço semeada de manchinhas vermelhas que teimam em não desaparecer mesmo com o creme verde (base só em casos extremos). Noto que perdi grande parte das minhas rugas de expressão nos últimos meses, a grandiosidade dos cremes suiços e questionei-me que idade teria uma rapariga que conheço tendo em conta a quantidade de rugas que lhe observei da última vez que estive com ela.
À lupa observo-me bem de perto... já ando farta de andar nas sessões de depilação a lazer e ainda não é desta que me safo daquilo.
Os gatos passaram em frente à porta, olharam para mim e simplesmente ignoraram-me, devem ter pensado no que raio estava eu ali a fazer ainda àquelas horas.
Conserto mais uma vez a franja e desisto, vai como está.
Saio a correr, vou ao quarto e pico com ele por ainda estar deitado... porque se eu estou atrasada ele está mais que eu.
Saio à rua e deparo-me com um sol maravilhoso, respiro fundo enquanto meto o carro a trabalhar para fazer o meu 1,5km da manhã.
Está um belo dia para almoçar com a minha mãe...



Ele também queria vir mas eu não deixei. Afinal a mãe é minha!


(com a devida correcção ortográfica da Di)

quarta-feira, 19 de março de 2008

Dias de chuva

Esta semana recebi uma prenda, ainda não contei a ninguém... nunca mais me lembrei.
Tirando os meus gatos que foram os primeiros a ter contacto com a nova decoração lá de casa e o Hugo que entre risos me disse "Vamos ver quanto tempo isso dura!".
Foi lá no ginásio, deram-me uma caninha de bambú (daquelas todas retorcidas e com folhinhas). Eu na altura não percebi porque, disse logo que não era o meu aniversário.
Mas parece que afinal a prenda era por outra coisa, tenho o meu nome escarrapachado na parede.


Posso dizer que estou no Top lá da academia.
Em último lugar (que é o 5.º) mas isso não interessa nada, e porquê?
Parece que faço parte do grupo de moças que mais resultados fisícos tiveram durante o mês de Fevereiro. Diz lá que eu perdi 4cm nesse mês...

Fogo!

Em experiência para averiguar se aquilo seria verdade hoje trouxe umas calças que já não vestia há quase 1 ano e acentam-me que nem uma luva.
Eu sei que a massa muscular pesa mais, é que não me entra na cabeça como é que eu peso tanto neste momento, mas toda a gente me diz que estou magra.

E sinceramente passam-me ideias loucas pela cabeça de ir rebuscar roupa minha de quando era "teen" e recriá-las, porque pelos vistos agora devem-me servir de certezinha ou melhor ainda porque estou com medidas que nunca tive na minha vida.

Isto é que é uma gaja com o ego em alta.

terça-feira, 18 de março de 2008

Na pele novamente

Esta semana parece que voltei aos velhos tempos.
Sozinha a orientar todo o serviço da loja... não tinha saudades.
Ainda só passou dia e meio e já ando farta de andar na rua, de correr bancos e conservatórias, câmara municipal e finanças. Ainda por cima está de chuva!
Acho que me acomodei ao facto de ter uma colega de trabalho e constato que realmente outra pessoa aqui faz falta. Mas penso positivo são só mais 2 dias e meio e volta tudo à normalidade.

domingo, 16 de março de 2008

week...end...

Será indício de insanidade quando enchemos a casa da mato por causa deles...



Ou quando eu, mulher, num acto heróico faço peito a um gajo?
(Tendo que vir o marido meter-se no meio...)


sábado, 15 de março de 2008

De impulso...


... mandei os caracóis dar uma volta!

Isto é o que faz ter um fim-semana todo por nossa conta, o marido fora e a casa mais que limpa.
Passa-se quase uma tarde inteira na cabeleireira e trata-se de nós.

Bom fim-semana cheio de sol!

sexta-feira, 14 de março de 2008

Não é tudo na vida

Como um pensamento quase obrigatório todos os dias entre o mover de folhas num processo e o pousar dos óculos "preocupo-me mais com isto do que devia!"
Já tive a sorte/ou não de ter experimentado muitos ofícios para poder ter o discernimento claro sobre o que penso do meu trabalho actual.
Já fui tanta coisa na vida... empregada de bar, empregada de mini-mercado, animadora em parque de diversões, auxiliar clínica, administrativa em várias áreas e quase sempre gestora de departamento de vendas, empregada de limpeza em hotel (detentora da chave mestre de todos os quartos), empregada de armazém, técnica de turismo e mais que agora não me estou a lembrar.
E agora o que sou?
Questiono isso há uns meses para cá, desde que o trabalho tem pautado demais os meus dias, me tem causado cabelos brancos e feito com que não tenha tempo para fazer o que me dá mais prazer na vida.
E agora o que faço?
Trabalho... para mim própria. E é isto que me tem tirado do sério. Trabalho por conta de outrém e sou eu que tenho que orientar quais são os meus objectivos mensais, defino as minhas prioridades, a minha agenda, oriento a publicidade, defendo as minhas ideias e sou a primeira a dar opinião quando estão a ser executadas tarefas ou decisões erradas... sou tipo uma consciência aqui (nem sempre bem aceite, mas isso já me habituei).
Há dias que discuto, ralho e faço isto um autêntico inferno. A entidade patronal amua.
Outros que não quero que falem comigo porque não estou para conversas. A entidade patronal amua.
Nos dias que ando bem disposta, levo tudo na boa e não vale a pena vir com pessimismos que a mim não me convencem. A entidade patronal diz que estou chateada com ela...

Tem dias que penso "aí se eu pudesse nem sabes o que te acontecia"

Sabem o que eu gostava agora, e digo isto de cabeça bem assente (como quase sempre tive), que tivesse uma entidade patronal que chegasse aqui e disse-se "Meus amigos a partir de agora vamos seguir este caminho!" e eu deixa-se de me andar a preocupar com aquilo que não é meu e a decidir o que deveria ser decidido pelos outros.
E com isto já lá vão quase 4 anos, já faço parte da mobilia desta empresa e tenho aprendido nos últimos tempos a cortar as amarras e os laços de sentimento.
Não haveria de ser ao contrário?


Do alto da nossa Babilónia( sim, porque não estou sozinha por aqui) vemos algo com futuro e com muito ainda para dar. Mas isso implicaria baixas e ainda não estamos preparadas para isso...
Mas virá o dia em que poderemos ser nós a decidir e colher para nós, só para nós os frutos das nossas decisões.

quinta-feira, 13 de março de 2008

Encontros estranhos!

Ontem passsei por aquilo que chamo de um "encontro de 3.ºgrau"... uma situação estranhissíma que muita gente (e eu sei) desejaria passar.

Se eu vos disser que ontem sem muito custo tinha vendido o meu apartamento!


Foi algo como estar no sitio certo à hora certa, com um senão apenas: eu ainda não me quero mudar!
Raios!!

De certeza que daqui a 2/3 anos quando eu quiser mudar que não vou ter uma sorte destas.
Raios!!

O que aconteceu foi que simplesmente estava ontem à noite uma senhora plantada em frente ao meu prédio que veio ter comigo quando estacionei o carro. Ela simplesmente queria saber se algum dos moradores do meu lado do prédio ( virado para nascente/sul) estava interessado em vender... ela só queria comprar naquele lado. Estive para ai uma meia-hora na conversa com a senhora e digo: Ela comprava mesmo.

Eu, que trabalho no ramo reconheço este tipo de comprador. Já tinha ouvido falar de situações semelhantes com clientes meus, mas eu passar por uma delas é que não. A mulher ainda insistiu se eu não queria vender.

Foi algo realmente muito estranho, mas talvez um bom presságio para quando me decidir.

quarta-feira, 12 de março de 2008

Para ti!

Ontem dormi bem juntinho a ti.
Juntinho nariz com nariz...
Como eu gosto de adormecer e sentir a tua respiração, num beijinho à esquimó que se prolonga pela noite inteira.
Deste-me um beijo na testa e eu fechei os olhos.
Ontem adormeci a ver-te sorrir.
Hoje sai a ver-te sorrir, sorrir não, rir!



Juntos sei que venceremos tudo na vida!
És o meu mapa, a minha bússola sem norte...

És o meu sol!

segunda-feira, 10 de março de 2008

Sábado à noite

Uma noite em sossego. Finalmente um sábado em casa e longe das avarias do pc (sossegámos após a compra de um mega disco externo, a nossa salvaguarda de futura avaria definitiva da máquina e que aguardamos pacientemente que ela aconteça).
Tentando exorcizar os demónios do dia de voluntariado do Hugo, pelo que passou nos noticiários todos sabem que correu muito mal... tivemos um serão de cinema e biquinis.

Nada melhor que um filme que nos relembra-se a nossa infância

Gostei muito do filme! Não nos calámos um segundo apreciando todos os pormenores dos carros... adorei os grafismos, o enredo! Note-se que sou uma anti-romances e filmes lamechas.
E este encaixou num excelente filme de serão para desanuviar. Enquanto isso um biquini entrelaçava-se nos meus dedos e dava asas a comentários do marido que de vez em quando me lançava uns olhares do tipo "Mas achas que isso vai ficar alguma coisa de jeito?"

Note-se que sou uma anti-romances e filmes lamechas.
Não é por acaso que vamos celebrar os nossos 6 meses de casamento de uma forma completamente orginal, mas isso é história de outro filme

domingo, 9 de março de 2008

Desafio sem importância sobre mim

A Sophia desafiou-me a falar sobre 6 coisas sem importância sobre mim.

As regras são:
1. Colocar o link para a pessoa que nos “marcou”.
2. Colocar as regras no blog.
3. Partilhar 6 coisas sem importância sobre nós.
4. Marcar mais 6 pessoas no final.
5. Avisar estas pessoas deixando um comentário nos seus blogs.

Aqui vão as minhas paranóias...

1. Não consigo estar descansada em parte nenhuma da minha casa sem ter tudo extremamente limpo, até as varandas. Já cheguei mandar levantar o marido só para poder aspirar o sofá;

2. Tenho pavor a arroz de polvo, quer seja sabor quer seja cheiro. Chego muitas vezes a almoçar sozinha em casa porque a minha sogra faz arroz de polvo com muita frequência e eu recuso-me a entrar em casa dela;

3. Durmo com a persiana toda levantada. Tenho que estar a par de tudo o que se passa à noite (movimento de carros e afins) e de manhã o sol tem que entrar mal que nasça. Fecharem a persiana implica eu simplesmente não acordar, entro numa espécie de hibernação. É por estas e por outras que o médico diz que sou hiperactiva

4. Adoro andar com roupa velha e toda rota!! Mal chego a casa do trabalho preparo-me com cada vestimenta digna de desfile.

5. Adoro lareira, literalmente enfio-me lá dentro. O meu pai costuma dizer que estou a assar os órgãos internos e que depois não é de admirar que tenha problemas de rins... lol

6. Gosto de ver o meu marido de cabelo rapado! (no coments... isto não era para dizer coisas sem grande importância??)


Agora vou passar o desafio à Isália, à Cláudia, à Willow, à Sofia, à Mónica e à Isabel.

quinta-feira, 6 de março de 2008

Recordações

Este fim semana andei em arrumações, daquelas que se costumam planear à imenso tempo e nunca mais pegamos no "boi pelo cornos".
Tenho trazido imensa coisa de casa da minha mãe, o Hugo faz questão disso. Todas as nossas recordações aos poucos vão-nos fazendo companhia na nossa casa... não é que vá ser a nossa casa para toda a vida, mas enquanto estivermos lá temos as nossas coisas connosco (depois alguém há-de carregar quando decidirmos mudar!).

Numa das últimas visitas a entidade maternal trouxe uma caixinha que a minha mãe tinha lá separado, um caixa de camisa amassada e cheia de pó. Eu sem abrir sabia o que lá vinha.



Eram as minhas fitas de finalista do secundário, com o acrescento das minhas fitas de finalista do ensino superior (mas estas em bem menos quantidade).

Muita gente que conheço não fizeram o secundário em escolas com este tipo de tradição.
Onde eu estudei, em Tomar, tinhamos fitas de finalista oferecidas por todos os nossos colegas. Decoradas, coloridas, com dedicatórias...
Tinhamos uma madrinha/padrinho de curso que nos oferecia uma fita com o dobro da nossa altura, decorávamos uma colher de pau da nossa altura onde prendiamos as fitas todas que tinhamos recebido e levavamos para o nosso baile de finalistas. Onde até havia concurso para a colher de pau mais bem decorada.
Tinhamos um baile de finalistas como manda a etiqueta. Rapazes de fato e raparigas com vestidos brilhantes e de tecidos esvoaçantes.
Nunca me vou esquecer do meu baile.
A minha mãe obrigou-me a ir à cabelereira, tinha um vestido preto comprido justo com brilhantes (ainda o guardo lá no meu armário), uma echarpé para enrolar ao pescoço, uma mala de veludo... que não faço ideia onde pára, uns sapatos com uns tacões enormes, enormissímos.
O meu par foi um colega meu, um grande amigo que agora assentou arraiais em terras algarvias numa luta pelo amor da vida dele.
Como eu o admiro... largou tudo aqui em cima, pegou na roupa e foi para o Algarve e disse à moça
"Estou aqui para estar sempre ao pé de ti!"

Já lá vão uns 8 anos...

Estive a ler as minhas fitas, chorei! Até uma declaração de amor tenho... de um rapaz que não sabia que gostava de mim e só soube no final do curso quando ele me entregou a fita dele.

Mais coisas ainda tenho para trazer...

terça-feira, 4 de março de 2008

Informáticas

Estou sem computador em casa.
Ficar sem net até nem me faz muita confusão, não sou muito dependente dela... agora não ter pc é que me anda a dar a volta.
Tenho tanto trabalho a amontoar na minha mesa que acho que vou perder a coragem de pegar naquilo quando finalmente descobrirem que raio tem a máquina.

Enquanto espera por algum "doutor" que lá vá fazer a operação de "barriga aberta" jaz ali escancarado à curiosidade dos gatos.

Dizem os entendidos que é um problema de hardware.

sábado, 1 de março de 2008