sexta-feira, 22 de maio de 2015

11/2015



Nome: Insurgente
Autora: Veronica Roth
Pontuação: 5*


"A tua escolha pode transformar-te - ou destruir-te. Mas qualquer escolha implica consequências, e à medida que as várias fações começam a insurgir-se, Tris Prior precisa de continuar a lutar pelos que ama - e por ela própria.
O dia da iniciação de Tris devia ter sido marcado pela celebração com a fação escolhida. No entanto, o dia termina da pior forma possível. À medida que o conflito entre as diferentes fações e as ideologias de cada uma se agita, a guerra parece ser inevitável. Escolher é cada vez mais incontornável... e fatal.
Transformada pelas próprias decisões mas ainda assombrada pela dor e pela culpa, Tris terá de aceitar em pleno o seu estatuto de Divergente, mesmo que não compreenda completamente o que poderá vir a perder.
A muito esperada continuação da saga Divergente volta a impressionar os fãs, com um enredo pleno de reviravoltas, romance e desilusões amorosas, e uma maravilhosa reflexão sobre a natureza humana.

Veronica Roth foi considerada a melhor autora pelo GoodReads Choice Awards em 2012. Divergente foi eleito o melhor livro de 2011 e Insurgente o melhor livro de fantasia para jovens-adultos em 2012, pela mesma entidade, a única cujas distinções são atribuídas exclusivamente pelos leitores." 
em wook.pt


Para mim...
Insurgente: 
(latim insurgens-entisparticípio presente de insurgo-erelevantar-seerguer-seatacarameaçarinsurgir-se)
adjectivo de dois géneros e substantivo de dois géneros
Que ou quem se insurge. = INSURRECTOREVOLTOSO

"insurgente", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013

De ressalvar que mataram a meio deste 2.º livro a personagem do meu ator preferido do filme 
Um desenvolvimento completamente inesperado e que se estende pelo 3.º e último livro que já estou a terminar a leitura.

Assim supero a minha média de livros lidos dos últimos anos.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Filmografia



Título: As 50 sombras de Grey
Ano: 2015
Género: drama / romance
Duração: 125 min.
Realização: 
Sam Taylor-Johnson
Intérpretes: Dakota JohnsonJamie DornanJennifer Ehle 
Ratings: 4.2/10


"Anastasia Steele, uma estudante de literatura, vai entrevistar o rico Christian Grey, encontrando um jovem, belo e intimidante homem. A inocente jovem fica surpreendida ao perceber o seu desejo por ele e este também a quer, mas nos seus muito próprios, singulares e controladores termos.
«As Cinquenta Sombras de Grey» é a adaptação cinematográfica mais aguardada do livro best-seller que se tornou um fenómeno global. Desde o seu lançamento, a trilogia «Cinquenta Sombras» foi traduzida em 51 idiomas em todo o mundo e vendeu mais de 100 milhões de cópias, incluindo versão digital, tornando-se uma das séries de livros mais vendida de sempre."em cinema.sapo


Para mim... (3 estrelas)
Conquistada pela música, como é óbvio os The Weekend e a Ellie Golding a toca em replay no Spotify.

Depois movida pela minha curiosidade científica vi o filme em companhia feminina porque sozinha nunca iria por auto-iniciativa ver um filme de categoria erótica, dado que não encaixa em nada no meu género.

Movida novamente pela minha curiosidade científica pedi emprestado o 1.º livro só para perceber a diferença tão falada entre livro/filme e sou capaz de ler a saga só por pura bisbilhotice  que sinto em saber o final desta pequena triologia, quem vai ceder aos desejos de quem?

O soundtrack “Meu Deus” consta do meu top dos mais ouvidos.

Factos engraçados:
1 – Anastasia trabalhar numa loja de ferragens, pressupõe-se logo a sua familiaridade com grande parte do tipo de utensílios usados pelo Dominador;
2 -  A versão da música de Ellie Goulding do filme não é igual à passada e repassada diariamente nos mass média;

3 – Mais ingénua a moça é impossível e os abdominais do senhor são de meter vesga qualquer mulher que se preze.

terça-feira, 19 de maio de 2015

domingo, 17 de maio de 2015

Louvar ao domingo - 20.º


Família!

Mesmo quando chegamos a uma fase da nossa vida em que somos obrigados a mudar a nossa noção de família e adaptar é a palavra de ordem.
Quando família deixa de ser o pai, mãe e filhos e passamos a pertencer a uma família disfuncional.
Quando a minha família me escorrega por entre os dedos e eu sem ser capaz de lidar com a nova realidade, agora sim tenho noção que não sou tão adaptável como imaginava.

Aprendi que família é quem está comigo e quer estar comigo!

sábado, 16 de maio de 2015

Informação a mais

"-Mãe, eu quero fazer uma tatuagem, mas doí para caraças!

- Mãe, quando eu for grande se não tiver umas mamas de jeito meto umas falsas!"


Há menos de 1 ano mal sabia ler e nunca tinha provado algodão doce, agora fala-me de tatuagens e silicone.

Mas algumas saídas ainda são de génio, como: "A avó tem problemas existenciais!"