segunda-feira, 2 de março de 2015

04/2015

Boa média Gabriela, muito boa!!


Autora: Shannon Hale
Pontuação: 5*


"Jane Hayes é uma nova-iorquina de trinta e poucos anos que aparentemente não consegue ter sorte na sua vida amorosa. Não que isso pareça incomodá-la, já que nenhum homem poderá alguma vez sobrepor-se à sua obsessão secreta por Mr. Darcy, tal como foi encarnado por Colin Firth na adaptação da BBC de Orgulho e Preconceito. Quando uma tia-avó lhe deixa em testamento umas férias em Pembrook Park, um lugar que proporciona a admiradores de Jane Austen a oportunidade de viverem durante algumas semanas como se estivessem em 1816, os seus sonhos parecem bastante perto de se tornarem realidade. Mas conseguirá a ilusão estar também à altura das suas expectativas?" em wook.pt


Dos primeiros livros que li que o filme é uma reprodução quase fiel.
Porque eu acredito que para todas as mulheres existe um Mr. Darcy neste mundo, aquele homem que nos tira do sério e nos faz perder a paciência mas que no fundo são desafiantes e interessantes.

domingo, 1 de março de 2015

Louvar ao domingo - 9.º

Acordar de manhã e ao sair de casa achar uma moeda no meio da rua.
Por mais pequena que seja coloca-nos sempre um sorriso na cara.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

"- Mãe, fazes-me um cachecol?"

A mais velha já não prescinde do preto, a Beatriz foi mais ousada.



Tão cor de rosa ao ponto de ferir a vista!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

" valentine's day "



Ups!
Que me esquecia do primeiro Dia dos Namorados cá de casa.
A 4, com direito a jantar à luz de velas, uma ida aos gelados em pijama e acordados até às tantas.
Para o ano elas já vão trazer os namorados delas... o Hugo já anda a tirar a ferrugem à caçadeira e a afinar a pontaria.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Assim se estraga um reputação

Assim se foram 15 anos de uma excelente reputação como condutora paciente, respeitadora e calma.
Demorei uns minutos a dar com o sítio onde era o apito da viatura mas depois não larguei mais, abri o vidro e proferi umas obscenidades ao homem que conduzia a viatura que causou o meu transtorno.
Há pessoas que a carta de condução ou foi adquirida no mercado negro ou calhou nas caixas do Nestum...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

[[ Dói ]]

Quando o mundo parece desabar e todas as minhas estruturas deixarem de ter qualquer sentido.
Sinto eu que começa a ser o "eu" a estrutura dos que me rodeiam, que no auge dos meus 34 anos pesa...
Pesa nos ombros, na cabeça quando a deito na almofada à noite.
Fecho os olhos e deixo-me embalar na música, o meu refúgio entre tantos que arranjei.
Porque fugir agora não é opção, ficar é a minha obrigação e ser forte por todos.


terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

03/2015





Autora: Douglas Preston
Pontuação: 4*

"Saudações do mundo dos mortos", declara Maxwell Broadbent na cassete de vídeo que deixou para trás depois do seu misterioso desaparecimento. Notório caçador de tesouros e ladrão de túmulos, Broadbent acumulou muitos milhões de dólares em arte, jóias e artefactos antes de desaparecer — juntamente com toda a sua colecção — da sua imensa mansão. 
No início, suspeitou-se de assalto, mas a verdade provou ser bastante mais estranha: como desafio final para os seus três filhos, Broadbent enterrou-se a si e ao seu tesouro algures no mundo, escondido como um faraó egípcio da Antiguidade. Se os filhos quiserem reivindicar a sua fabulosa herança, terão de encontrar o túmulo cuidadosamente ocultado pelo pai. 
Os dados estão lançados, mas os três irmãos não são os únicos a competir pelo tesouro. Com tantos milhões de dólares em jogo, bem como um antigo codex maia que pode conter a cura para o cancro, em breve outras pessoas se juntam à caçada... e nada fará parar algumas delas para conseguirem o que está na sepultura." retirado de wook.pt


Uma surpresa numa edição compilada das Seleções do Reader's Digest.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Finalmente 2015 está pronto para mim



A minha agenda para este ano já devidamente forrada.
Aproveitei ter ficado enclausurada em casa para tratar deste pequeno pendente da minha lista e confesso que o resultado final ainda me assusta.
Habituada a cores, flores, animais e texturas mais suaves, aprendi que nunca devo fazer nada quando estou doente.
Não sei se vou aguentar esta conjugação de preto/prateado durante muito tempo sem que venha ainda enegrecer mais o meu estado de espírito.